Justiça mantém prisão de ex-agente penitenciário que decapitou a esposa

O Juiz Alesson Brás, da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditória Militar, manteve a prisão preventiva do ex-agente penitenciário Ivanhoé de Oliveira Lima, preso por decapitar a própria esposa.
A reavaliação da prisão faz parte de uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça para evitar a proliferação do novo coronavírus no sistema penitenciário.
Na decisão o magistrado argumentou que o processo encontra-se em ordem e não existe qualquer motivo para revogar a prisão preventiva.
O ex-agente penitenciário foi preso em flagrante no dia 21 de fevereiro deste ano por Policiais do Batalhão de Operações Especiais da Policia Militar (BOPE). Ivanhoé estava numa quadra de esportes, localizada no Conjunto Tangará, ingerido bebida alcoólica, quando foi preso.
Horas antes, o ex-agente tinha assassinado e decapitado a própria esposa.  A jovem Larissa Aurélia da Costa Silva de 17 anos foi morta a facadas, no interior da residência do casal, localizada na Vila Jorge Kalume, na Estrada do Barro Vermelho.
O crime ocorreu na madrugada do dia 21 de fevereiro deste ano. Depois do homicídio Ivanhoé jogou a cabeça da mulher em frente à casa da sogra. Em maio deste ano Ivanhoé virou réu pelo crime de homicídio triplamente qualificado com o agravante de feminicídio.

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