“Para onde eu for o PP vai junto. A palavra final é minha”.

O governador Gladson Cameli lamentou a confusão gerada, segundo ele, por “pessoas que gostam de tumultuar”, referindo-se às especulações em torno de sua permanência ou não no Progressistas.

“O meu partido é o PP. Para onde eu for o PP vai junto. A palavra final é minha”, declarou Cameli ao acjornal, por telefone, instantes atrás, quando visitava obras no Alto Acre.

“Se eu for com a Fernanda Hassen, o PP vem junto. Se eu ficar onde estou, estaremos juntos”, disse. “O que não vou admitir é que tomem decisões sem me consultar”, afirmou.

“Estou cansado de dizer que meu foco nesse momento não é a política partidária. Estou concentrado em combater o coronavírus e dar condições para que todos os municípios atendam as pessoas que precisam de saúde. Essa pandemia está longe de acabar. Entendam isso”, concluiu.

O governador decide se apóia ou não a candidatura da prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassen. O dia começou com boatos sobre uma possível ida do governador para o PSL, alvo de um conflito gigantesco entre seus filiados e o vice-governador Major Rocha.

Uma fonte consultada pela reportagem arrisca afirmar que as chances de Cameli deixar o PP são remotas.  E que os políticos progressistas não terão força para ensaiar uma rebelião contra o governador.

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