Camelôs aceitam esperar, comércio no Centro continua fechado e vigilância fechará não essenciais que descumprem decreto

Os camelôs devem apresentar um plano capaz de evitar a disseminação da Covid caso sejam autorizados a reabrir suas lojas. Qualquer flexibilização neste sentido, no entanto, só deverá ocorrer quando Rio Branco deixar de viver a emergência em saúde em razão do altíssimo número de casos de coronavírus. Esta foi o resultado de uma reunião entre sindicato da categoria e equipe técnica da prefeitura, encerrado no início da tarde desta segunda-feira.

A manifestação em frente à sede da prefeitura não ocorreu. As ameaças de quebradeira nas lojas que se mantiverem abertas, feitas pelo vereador Juruna, que representa os camelôs, também foram inibidas com a presença da polícia.

A prefeitura não cedeu às pressões, que têm viés político e são alimentadas por pré-candidatos ligados ao PT e ao MDB. O decreto que institui medidas de contenção à covid permanece como está e qualquer alteração só será feita quando a situação for reconhecidamente moderada, ou seja, sair do vermelho e chegar à cor laranja na escala que mede a gravidade da pandemia na capital.

Os camelôs insistem, ainda, que serviços não essenciais continuam funcionando nos bairros. O município deu garantias de que a Vigilância Sanitária aumentará o rigos nas fiscalizações para fechar estabelecimentos não autorizados a abrir suas portas.

Após baixar o número de casos e mortes por Covid os comerciantes serão chamados para rediscutir medidas que possam beneficiá-los.

 

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