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domingo, janeiro 24, 2021

Empresários optam por auxílio emergencial e fechamento de empresas bate recorde no Acre, diz Junta Comercial

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Nos últimos três meses a junta comercial do Acre registrou o fechamento de 295 empresas. Se engana quem pensar que a decretação de falência dessas empresas esteja, unicamente, relacionado à crise econômica que o Brasil e os Estados enfrentam.

Segundo o presidente da junta comercial do Acre, Jurilande Aragão, o fenômeno pode ter sido provocado pelo auxílio emergencial concebido pelo Governo Federal às pessoas sem renda fixa.

“O que está acontecendo é que o auxílio emergencial não pode ser pago a quem tem empresa registrada em seu nome. Então, muita gente, aproveitou a suspensão da cobrança da taxa para encerramento das atividades de empresas e veio aqui na junta comercial fechar suas empresas para poder se cadastrar no auxílio emergencial”, disse.

A média mensal de fechamento de empresas no Acre ficou distribuída em 73 no mês de Abril, 115 em maio e 107 em Junho.

Total de duzentas e noventa e cinco empresas fechadas no período dos três meses que correspondem ao tempo já existente da pandemia no Acre.

Dados da junta comercial, divulgados na manhã desta quarta-feira revelam que a média mensal de fechamento de empresas no estado se manteve uniforme em relação aos meses que antecederam a pandemia de Corona Vírus.

São cerca de 10 mil empresas que estão há mais de cinco anos inativas e que ainda não foram dado baixa na junta comercial estadual.

Os consultores de mercado da própria junta comercial acreditam que qualquer estimativa de falência de empresas, hoje no Acre, atribuído ao isolamento social devido à pandemia de Corona Vírus, é precipitada.

“Como existem muitas empresas desativadas sem baixa na junta, a gente só vai poder saber quem realmente fechou as portas por causa da crise econômica agravada pelo corona vírus daqui uns oito meses”, declarou Jurilande Aragão.




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