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terça-feira, janeiro 19, 2021

Morre aos 92 anos a acionista majoritária do império Recol, fortuna disputada por filhos, viúva e neto do empresário Roberto Moura

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Morreu nesta quinta-feira, aos 92 anos, a matriarca da família Alves Moura, controladora do Holding Recol Participações, que integra mais de 15 empresas – entre elas o grupo de supermercados Pague Pouco, a TV Gazeta (afiliada da Rede Record), Recol Farma, Recol Distribuidora de medicamentos, além das concessionárias Wolks, Ford, Kia, Yamaha e outros). O império avaliado em mais de R$ 1 bilhão é a razão de uma briga judicial entre os filhos, viúva e neto do empresário Roberto Alves Moura, falecido em agosto de 2013, no Instituto do Coração, em São Paulo.

A empresário Robherta Moura, uma das netas e administradora da TV Gazeta, informou a morte de dona Raimunda Alves por meio de uma postagem em sua página no Facebook, às 18:30 min. “Minha flor partiu, foi encontrar meu pai no seu, seu filho tão amado”, escreveu.

Dona Raimunda vivia muito discretamente sob segurança reforçada e cuidados médicos numa mansão no Bairro Aviário, anexa a um casarão unde morou o empresário Roberto Moura e, hoje, reside uma das netas. A causa da morte não foi informada.

O pólo ativo da ação, que exige divisão equitativa dos bens e tenta destituir o empresário Marcello Moura do controle das empresa, é composto por cinco familiares, incluindo a viúva de Roberto e o filho mais novo dele.

O pólo passivo da ação tem o empresário Marcello <oura e duas irmãs, acusados por desvio de patrimônio familiar.

A ação corre na 2ª Vara Cível, cuja titular é a juíza Olívia Maria Ribeiro.

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Em 2018, a Junta Comercial do Acre atendeu a uma ordem judicial para remover 50% das cotas da Holding Recol Participações que estavam em nome do empresário Marcelo Moura. A Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre entendeu que a doação das cotas, feitas por Marcello, estava envolta a manipulação contra a matriarca da família, dona Raimunda Alves de Souza.

A idosa, com isso, passou a deter 99% das ações do império;

Á época, a  reportagem do acjornal publicou a íntegra da decisão que vem assinada pelos desembargadores Eva Evangelista, Laudivon Nogueira e Júnior Alberto. Foi a primeira grande derrota de Marcello, que enfrenta processo paralelo em que é acusado de desviar patrimônio familiar.

O Ministério Público entendeu que dona Raimunda Alves foi usada como “testa de ferro” numa alteração contratual em que o empresário passou a deter maioria societária. Embora idosa, os promotores assinalaram que ala foi cúmplice num esquema para ocultação de patrimônio.




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