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domingo, janeiro 24, 2021

Blog do Assem: poder paralelo composto por assessores gananciosos desgastam Governo Gladson Cameli

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Imagine o que se passa na cabeça de um gestor público que nomeia alguém hoje e se vê obrigado a exonerá-lo amanhã.

Não é da vontade dele dar assento no governo a pessoas que, 24 horas depois, ele próprio, o governador, descobre se tratar de alguém que não soma, não agrega, não fez por merecer o emprego e o salário.

O mais recente caso é do irmão do ex-deputado Ney Amorim, nomeado na terça e exonerado nesta quarta (15). Nem deu tempo do rapaz se apresentar ao local de trabalho.

Antes de atacar o governador, reflita no que vou explicar abaixo:

No Diário Oficial está assinatura dele enquanto governador. Temos a impressão de que ele indicou e nomeou.

Engano nosso.

A questão é:

Em relação às nomeações, só existe uma ou duas pessoas que levam os decretos para a mesa de Gladson Cameli. E, pelo que apurei, estes cidadãos estão prestes a prestar contas com o RH.

É muita ciladinha, maldosamente plantada a fim de alimentar um poder paralelo dentro da Casa Civil.

Esta pessoa, com o conhecimento de poucos, organiza pastas com as indicações de parlamentares, secretários e outros. É toda hora chegando novos pretendentes a cargos comissionados.

Chega a hora de despachar.

O governador está governando para 22 cidades. Não tem como investigar quem é quem naquele amontoado de decretos que chegam prontos para serem assinados e, em seguida, enviados para publicação no DOE.

Se ele confia em pessoas que formam seu núcleo de assessores diretos, obviamente não contestará aquilo que lhe foi trazido em “confiança”

E o resultado pode ser o enriquecimento ilícito nas barbas do governador, que caiu na besteira de achar que ao seu lado só tem gente do bem.

Além disso, o loteamento da máquina pública por redutos eleitorais sem a menor qualificação para fazer  o estado andar pra frente.

A Saúde que o diga. A Educação, idem. Seinfra também, etc, etc, etc….

E nós, aqui fora, internautas, gente do povo, somos levados a pensar que o comandante deste estado está louco varrido ou perdeu as rédeas da administração.

Perdi as contas de tantos decretos publicados com efeito suspensivo horas depois. Isso vem acontecendo desde o início da gestão.

Gladson centralizou nas mãos de uma ou duas pessoas o gerenciamento das nomeações. Fez isso por ter certeza que há gente mesquinha ali ao seu lado. Ainda assim,esparramam cascas de banana em seu caminho, sem considerar o esforço que o governador tem feito para priorizar o povo.

Com a permissão de meus leitores, deixo o desabafo:

É um FDP o deputado que trama situações como esta, e pela frente se diz aliado.

O secretário, idem. É um canalha.

O recado está dado e certamente chegará aos destinatários.

ACORDA, GLADSON !




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