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domingo, janeiro 24, 2021

Autônomos que tiveram auxílio emergencial furtado da CEF ainda não foram ressarcidos

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A agência da Caixa Econômica Federal da cidade de Feijó (AC) havia solicitado o prazo de cinco dias para ressarcir o auxílio emergencial de seu José Clecimar. No entanto, até o presente momento o dinheiro que teria sido furtado da conta do cliente ainda não foi devolvido.

A vítima alega que registrou um boletim de ocorrência por furto, conforme orientado pela própria agência bancária, e ficou aguardando o banco lhe chamar para devolver o dinheiro.

“Passou um mês, eles não me ligaram então decidir procurar a agência, em busca de uma solução para o meu problema, mas fui surpreendido com a informação de que no sistema do banco consta que já fui ressarcido”.

José Clecimar jura que nunca recebeu os 600 reais da segunda parcela do auxílio emergencial depositado pelo governo federal em uma conta digital em seu nome na Caixa Econômica Federal.

Ele garante que não foi feita a devolução que o banco afirma ter feito em sua conta para solucionar o problema.

“Na verdade o que eles estão fazendo comigo é tentar dá o meu caso como esquecido, sem nenhuma explicação lógica sobre o sumiço do meu dinheiro que estava sob responsabilidade do banco”, desabafa o autônomo.

O extrato de operações bancárias fornecido pela própria agência da Caixa Econômica de Feijó ao seu José Clecimar revelam que o dinheiro da segunda parcela do auxílio emergencial dele teria sido usado por terceiros para pagamento de boleto bancário através de operações online em um aplicativo de celular.

Na época o banco pediu que a vítima registrasse queixa crime na delegacia de Polícia e pediu o prazo de cinco dias para resolver o problema do trabalhador, mas até agora nada.

Outros casos de eventual furto do auxílio emergencial da conta dos beneficiários foram identificados. O próprio banco pediu à Polícia Federal a abertura de investigação para apontar os autores.

Hoje, mais de um mês depois, as eventuais vítimas ainda estão no prejuízo, a Polícia Federal não fala sobre investigações em curso e o telefone 32126300, disponibilizado pelo Banco para informações aos seus clientes, chama, chama e nunca ninguém atende.

O próprio Acjornal tentou contactar a superintendência da Caixa Econômica Federal, na capital acreana, para falar sobre o caso, mas nossas inúmeras tentativas de contatos não foram atendidas, na manhã desta segunda-feira, dia 20 de julho de 2020.




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