Fiocruz quer saber como está a saúde dos profissionais de medicina que com batem diretamente a Covid no Acre

A Fundação Osvaldo Cruz iniciou um levantamento sobre as condições de saúde dos médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, técnicos de enfermagem e outros profissionais da Medicina que estão na linha de frente no combate ao coronavírus no Acre e nos demais Estados brasileiros.

A intenção da FIOCRUZ é saber como esses profissionais estão se sentindo fisica e mentalmente nesse momento de pressão psicológica, devido à pandemia que enfrentam, e o risco de contágio.

Através de um link na internet, disponibilizado para os conselhos representativos de todas as categorias da saúde, a Fiocruz tenta identificar o número exato de profissionais de saúde atingidos pela doença em todo o país.

“Duas coisas nos preocupam nesse momento de pandemia: a saúde de quem está na linha de frente salvando vidas e o estado emocional deles já há tanto tempo trabalhando sobre pressão”, disse Najara Campo,coordenadora da pesquisa no Acre.

O Estado do Acre já registrou 600 casos de infecções por coronavírus em profissionais de saúde que estão na linha de frente no enfrentamento à doença.

Oito profissionais de saúde acreanos perderam a vida tentando salvar vidas dentro dos hospitais.

Os dados colhidos pela instituição vão servir para o poder público criar um serviço de atendimento de saúde online para esses profissionais, que apresentam quadro elevado de pressão, ansiedade e até traumas devido ã exposições extremas no combate ao Covid.

 

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