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domingo, setembro 27, 2020

Máfia dos plantões na Saúde continua: ex RH da Fundhacre que teria lotado “farmacêutica” presa agora está na lavanderia e evita a imprensa

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A agente administrativa Poliana Moreira Araújo, presa sob a acusação de exercer ilegalmente a profissão de farmacêutica na Fundação Hospitalar, é apenas um entre tantos sem formação superior a tirar plantões extras em nome de terceiros.

A máfia dos plantões, enraizada em praticamente todas as unidades de saúde, foi denunciada, com provas, pelo acjornal, em outubro do ano passado.

Veja AQUI a reportagem em que servidoras da UPA da Sobral alugavam contratos para terceiros.

As titulares dos contratos moravam, à época, no Nordeste Brasileiro, ganhando do Estado sem trabalhar. O plantão extra custa, em média, 30% do valor integral. Esse dinheiro vai para o bolso de quem tem formação inferior (sem diploma). Os outros 70% se soma à remuneração de quem deveria mas não comparece no local de trabalho.

Depois, denunciamos que a mesma UPA da Sobral nomeou enfermeira sem nenhum vínculo com o estado para trabalhar como servidora profissional das saúde. Reveja AQUI

Tudo é de conhecimento dos gerentes de enfermagem, com aval dos diretores das unidades de saúde. A prova são as escalas, onde constam os nomes dos profissionais que deveriam estar trabalhando no dia e hora grafados no documento, mas em seu lugar, na verdade, quem está lá são funcionários da administração, sem nível superior, evidenciando um crime que pode ter custado a vida de muitos pacientes. Imagine um mero auxiliar da administração prescrevendo remédios e fazendo atendimentos como se fossem técnicos, enfermeiros e auxiliares.

No caso da denúncia de outubro de 2019, a gerente geral, Tatiana Calixto, processou o acjornal por exposição indevida da imagem. As personagens de toda essa história, em nenhum momento, questionaram a fraude. Foram chamadas a se reapresentar no Acre, ou seriam exoneradas. Mas não devolveram o que ganharam sem trabalhar.

Tatiana, irmã do então diretor administrativo da Sesacre, Erison Calixto, foi demitida, passou a ocupar cargos menores na Saúde e recentemente foi tirada em definitivo do governo.

O caso Poliana nos faz resgatar toda essa lambança, que parece ocorrer sob as barbas da Sesacre.

Corrupção alimentada pela influência de pistolões.

Foi assim no governo do PT.

Está sendo assim, muito embora o governador não tenha alisado os couros de quem  cai em flagrante delito.

Denuncie.

O acjornal publicará, e preservará sua identidade.

 




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