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domingo, janeiro 24, 2021

Progressistas intransigentes incitam campanha ilegal e abrem cada vez mais a porta para a saída do governador

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Enquanto Gladson faz esforço para reconstruir unidade e entendimento no PP, alguns abrem cada vez mais a porta para sua saída. Não pensem que o fico do governador no Progressista foi uma decisão final, ao menos é o que mostra a atitude de alguns dirigentes da sigla, que descumprem o que combinaram no acerto pela permanência do governador no partido.
Gladson deixou claro que não aceita definição de uma candidatura sem que ele esteja convencido.

A reportagem apurou que três influentes dirigentes da sigla receberam a informação como uma brincadeira e só enxergarão a verdade quando o governador sair em definitivo.

E esvaziar a sigla.

Mailza Gomes fala pouco, mas tem o cargo de senadora, preside a executiva estadual e tem um porta voz que articula e age por ela, o seu esposo e ex-prefeito de Senador Guiomard, James Gomes. Este tem outros dois dirigentes do PP que junto do senador Petecão tramam uma arapuca para deixar o governador sem saída e constrangido politicamente.

E se o governador resolvesse chegar e dizer:

‘Quem aqui vai me acompanhar na busca pela reeleição de Socorro Neri levanta o braço’

Será que os que o contrariam diriam a ele que abrem mão de seus confortáveis espaços no governo em nome do projeto de lançar Bocalon e Marfisa?

Estaria Gladson sendo vítima de chantagens?

Dificilmente fariam isso, até porque cada um dos que agem contrário à vontade do governador estão com aliados e familiares bem colocados na estrutura governamental.
Petecão? Este está sendo esperto, pois leva Marfisa como trunfo para armar sua barraca em qualquer chapa das que estão em provável disputa, mas, claro, quer ter o apoio de quem está em alta popular: o governador.

Bocalon e Marfisa estão sendo aconselhados a não entrar em polêmicas, não dar entrevistas e apenas se mostrar para sociedade como uma chapa de candidato e vice, embora sem aval de Gladson Cameli.

O Progressista faz a tática da pressão e da tentativa de sufocar o governador politicamente, até este não ter outra opção.

Apelam tão feio que se permitem ser enquadrados pela Justiça Eleitoral por campanha fora de época.

Marfisa já pegou Covid. Não tá nem aí

Bocalom, grupo de risco, também não.

A estratégia pode e deve dar errado.

O partido que tinha tudo para ser unido, o maior do estado, ta pedindo pra ficar sem um governador em alta popular.

 




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