O xeque-mate de Gladson Cameli nos irmão Rocha, que provam do próprio veneno

Gladson Cameli deu um nó no projeto político do Major Rocha.

O governador, que desembarca logo mais como mandatário maior do PSDB, fez valer a máxima de que “de bobo só tem a cara”.

Rocha está liquidado em 2020 e suas pretensões para 2022, idem.

Só há duas hipóteses de Rocha sair vitorioso nestas eleições: ou o governador morre ou o governador apóia o tucano Minoru Kimpara para prefeito da capital.

Aos mais tucanos mais otimistas, o lembrete: Socorro Neri continua a predileta.

O vice prova do próprio veneno, quando tomou de assalto o PSL e implodiu a pré-candidatura do pecuarista Fernando Zamora.

Nem mesmo sair pra prefeito de Rio Branco ele pode, por que não se filiou ao PSl a tempo, ou sejam até 4 de abril.

Já a sua irmã, a deputada Mara Rocha, havia dado sinais de que deixaria o ninho tucano quando se permitiu aos encantos do presidente nacional do PSL, Luciano Bivar. O empresário quer ela de qualquer jeito na legenda. E foi por ela, não pelo irmão, que os pselistas trocaram de comando no Acre.

Mara, tucana, está sob o domínio do governador, e não adianta espernear. Aliás, ela nem dormiu de quinta para sexta.

Ela está licenciada da Presidência do PSDB no Acre e já se movimenta para reassumir o cardo. Mas isso não muda absolutamente nada.

Mara também não pode sair agora do PSDB. Correria o risco de ter seu mandato cassado, ou, na pior das hipóteses, reivindicado pelo suplente, sob a alegação de infidelidade.

Só pode deixar a legenda em duas situações legais:

1 – Provar perseguição, num processo com testemunhas;

2 – Ou se o partido mudar de rumo, arguindo justa causa.

Não dizem que quem manda é quem tem a caneta?

Agora aguente !

 

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