Promotor maluco quer que goleiro Bruno treine com tornozeleira; advogado vê absurdo

O goleiro Bruno Fernandes, contratado pelo Rio Branco, deve treinar com tornozeleira eletrônica. A idéia “absurda” é do promotor de Execuções Penais, Talles Trainin, autor do pedido para que o atleta passe a ser monitorado. Bruno cumpriu pena após ser condenado como mandante da morte da ex-namorada, deixou a cadeia, progrediu para o regime aberto e tem aval da justiça de Minas Gerais para voltar aos campos.

Em entrevista a uma emissora de TV local, no Acre, o promotor insistiu no que o advogado Lázaro Barbosa chama de algo “incabível e desproporcional”.

Segundo o pedido do promotor (o juiz de Execuções Penais deve decidir a qualquer momento), o clube deve ser responsabilizado por possíveis danos à tornozeleira.

Questionado sobre se o atleta deveria treinar com a pulseira no pé, ele disse que “sim”, sem se importar com o risco que isso causaria à integridade física do goleiro e de outros jogadores durante a partida.

Goleiro joga não apenas com as mãos.

O promotor não sabe disso?

Outra inconsequência de Talles:

Após perceber a asneira que cometeu, o promotor abriu “uma exceção”, sugerindo que a tornozeleira fosse retirada apenas para o atleta participar das partidas oficiais.

É cada uma….

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