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quinta-feira, outubro 1, 2020

Crise de falta de água em Rio Branco deve pendurar por no mínimo mais 45 dias

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O diretor do Depasa, luiz Anute, disse à rede Amazônia, nesta quarta-feira, que a crise da falta de água na capital acreana deve durar no mínimo mais um mês e meio. É o tempo que segundo ele o órgão levaria para normalizar o abastecimento prejudicado pela seca do rio Acre e agravado por um curto circuito na rede elétrica que queimou duas bombas de capitação nas estações de tratamento l e ll.

“Um desses motores ainda está na retífica e só deve ficar pronto na próxima segunda- feira. O outro, que já deveria ter sido reinstalado, apresentou problema no dispositivo de acionamento automático e ainda estamos tentando colocar para funcionar. Mesmo assim, quando a gente solucionar esses problemas técnicos, ainda teremos que providenciar uma espécie de barragem para elevarmos o nível do rio na região de capitação de água para podermos voltar com o fornecimento normal. Isso deve levar, no mínimo, uns 45 dias”, disse.

A capital acreana sofre com o desabastecimento de água desde o final de semana passada, quando o DEPASA, órgão estadual responsável pela distribuição, anunciou que estava com duas bombas de capitação queimadas nas principais estações de tratamento que abastecem a cidade.

Os números oficias afirmam que dezesseis regiões urbanas estariam sem receber o produto ou passando por racionamento.

Mas, nas redes sociais a reclamação da população dá conta de que a quantidades de bairros na “seca” hoje seria bem maior.

“Aqui em casa Está tudo seco. Nao temos água nem para dar descarga no vaso sanitário.” Se queixa uma internalta da parte alta da cidade.

Outra moradora da região da vila Ivonete postou em sua rede social que não tem água nem para lavar as mãos nessa época de recomendação redobrada da higiene pessoal para evitar o contágio do corona vírus.

“Como é que a gente vai lavar as mãos, constantemente, se não cai água nem para a gente colocar a comida no fogo”. Desabafou a mulher.




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