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sexta-feira, outubro 30, 2020

Intrigante: laudos oficiais confirmam que aposentado acreano teve Covid duas vezes em 2 meses; Veja

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O aposentado acreano Ary Alves Ozório testou positivo duas vezes para Covid 19, segundo revelam documentos emitidos por unidades de saúde e assinados por médicos que o atenderam. A possibilidade de reinfecção tem sido consideradas pouco admissíveis, segundo entendimento dos especialistas de todo o mundo.

No dia 27/05 foi feito o teste sorológico na clínica particular que confirmou o primeiro exame (veja acima). Seu Ozório passou por consulta e foi orientado a tomar toda a medicação. Teve sintomas que persistiram nesse período. Após 15 dias ele voltou ao posto de saúde de Cruzeiro do Sul, quando recebeu documento lhe considerando curado da doença.

A família de seu Ozório relata que ele estaria imune, considerando que já havia sido infectado uma vez. “Ela não queria mais usar máscara. Tivemos várias brigas por conta disso”, diz o filho, Adriano Ozório.

Dois meses depois, Ozório teve febre e dor nas Costa. Foi levado ao posto novamente. Pediram outros exames. Como já teve dengue, os profissionais de saúde suspeitaram de dengue ou malária.

“Eu não concordei, pois ele estava com muita dor nas Costa. Pedi que o médico o encaminhasse ao hospital de campanha. E assim foi feito. Chegando lá, a médica pediu uma tomografia que constatou que 45% do pulmão dele estava comprometido. Meu pai foi internado por 13 dias para fazer novos exames. Não havia vaga em UTI para trazê-lo para Rio Branco”, diz o filho.

A grande surpresa veio no dia 24 julho, no relatório de análises do Laboratório Charles Meriéux. Lá estava o nome de seu Ozório como contaminado por coronavírus, novamente (veja laudo acima).

“O que aconteceu? Os exames foram feito errados? Quem errou? Quantas pessoas foram reinfectadas e morreram? Por que ninguém se interessa em investigar o caso do meu pai?”, desabafa o filho de seu Ozório. Ele conta que, na segunda infecção, por muito pouco não perdeu o pai.

“Hoje ele está melhor. Concluiu o tratamento específico para Covid, e está melhor. Se os médicos fizeram o mesmo procedimento na infecção e na reinfecção, acreditando nos resultados positivos, por que essa história só interessa á imprensa, e não desperta a atenção das autoridades?”, diz Adriano.

Após a segunda alta médica, seu Ozório foi trazido a Rio Branco. Familiares queriam uma terceira opinião. E esta veio por meio de um novo exame, desta vez feito num laboratório particular. O resultado é inconclusivo.


Um estudo conduzido pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (SP), que pertence à USP (Universidade de São Paulo), concluiu que houve um caso de reinfecção por coronavírus de um paciente num intervalo de apenas 50 dias, tempo entre o primeiro e o segundo diagnóstico positivo para a covid-19. A análise permite confirmar a condição rara, que até agora só tinha sido relatada em um caso parecido nos Estados Unidos.

 




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