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sexta-feira, outubro 30, 2020

Construção civil: falta ferro no Acre e tijolo, telha e cimento têm preços reajustados

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Quem precisar de ferro armado hoje em Rio Branco para uma reforma em casa ou construção vai ter que esperar, no mínimo, duas semanas para receber o material na obra

Esse é o prazo que boa parte das serralherias da capital acreana esta pedindo, no ato da compra, para fazer a entrega do material ao cliente.

A alegação para tanta demora na confecção do material é que está difícil encontrar a matéria prima a pronta entrega nos grandes depósitos da cidade.

“Não existe barra de ferro no mercado de Rio Branco para pronta entrega para nós. O prazo que os depósitos pedem a gente para entregar a matéria prima é o mesmo que estamos pedindo aos nossos clientes para a entrega do ferro armado nas obras deles”, explicou ao acjornal Raimundo Babosa, dono de uma serralheria no Bairro Raimundo Melo.

Lajota, telha e outros matérias de construção vindos de fora do Estado também estão escassos na capital acreana e no interior.

A alegação dos comerciantes é que as fábricas reduziram a linha de produção depois do início da pandemia de covid-19, devido à dispensa de funcionários, e agora não estão dando conta de atender a demanda em todo o Brasil.

Regiões do país mais distantes como o Acre, onde o transporte de mercadoria requer uma logística diferenciada, são penalizadas com o desabastecimento do mercado.

Segundo o gerente de vendas de um depósito de ferro para construção civil, localizado no bairro Aviário, não existe previsão de quando a situação irá se normalizar.

“O ferro em barra é uma carga de pouco volume mas com muito peso. Por isso, acredito que na medida em que as fábricas forem saindo da quarentena, ainda vai levar um tempo para a gente conseguir estocar um volume suficiente para normalizar o abastecimento em nosso Estado”, disse.

Com a falta do material no mercado local, houve um aumento no preço do produto, na medida em que os carregamentos vão chegando ao Acre.

O valor do metro do ferro armado praticado, hoje, no mercado da construção civil local sofreu reajuste de cerca de 15% nas ultimas três semanas.

A telha, o cimento, tijolos e outros materiais de construção também estão sofrendo reajuste de preços todos os dias, na medida em que chegam novos carregamentos para distribuição no Estado.




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