Auxílio na conta: acreanos amanhecem na fila e tempo de espera dentro da CEF chega a 3 horas

A quarta-feira amanheceu em Rio Branco com uma grande fila ao longo de dois quarteirões no Centro de Rio Branco. Cidadãos esperavam receber o auxílio emergencial.

A fila saia da porta da agência central da Caixa Econômica Federal, na Avenida Brasil, se estendia por um quarteirão inteiro da avenida Getúlio Vargas e virava a esquina da Rua Benjamin Constant, alcançando duas quadras em direção ao calçadão, no Camelódromo.

Teve gente que saiu de casa ainda de madrugada para garantir uma senha que deu direito ao atendimento presencial no interior do banco.

“Aqui é uma fila para pegar outra fila dentro do banco sem previsão para o tempo de espera, até ser atendido na boca do caixa”, diisse seu Francisco Cordeiro, morador do Bairro Sobral .

Tanta gente na porta do banco à espera de atendimento deve-se ao fato de o Governo Federal ter liberado para está quarta-feira o saque do auxílio emergencial para os nascidos no mês de junho.

Segundo a assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal no Acre não existe limite de atendimento por dia em suas agências.

Mas a partir do momento em que se encerra o expediente, às 14 horas, horário Acre, só é atendido quem já está dentro das agencias.

De acordo com dona Maria Alice Ribeiro, moradora do Bairro Seis de Agosto, isso explica o motivo das pessoas saírem de casa tão cedo em busca de uma senha para atendimento no banco.

“Quanto mais cedo a gente chega aqui na fila maior é a possibilidade da gente pegar uma senha com número mais baixo e demorar menos tempo para ser atendida dentro da agência”, disse.

O tempo de espera dentro das agencias da Caixa Econômica Federal em Rio Branco, em dias de muita procura por atendimento, chega a durar até três horas.

A lei de Defesa ao Consumidor prevê o tempo máximo de 1 hora  na fila, em qualquer banco no Estado do Acre.

Os bancos têm alegado que a demora no atendimento tem é por causa das determinações oficiais constantes no decreto de isolamento social devido à pandemia de covid19, no Estado.

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