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segunda-feira, outubro 26, 2020

CZS: O PT e outras companhias que afundam Zequinha, a rejeição crescente de Fagner Sales e a revolta popular que pode eleger Adonis

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Todas as pesquisas até agora realizadas em Cruzeiro do Sul indicam que a candidatura do Sargento PM Adônis Souza é um fenômeno nunca visto nos 123 anos de existência do município.

O militar disputa a eleição pelo PSL, partido que elegeu Bolsonaro presidente do Brasil sem tempo de TV nem Fundo Eleitoral – façanha que se desenha repetir na segunda maior cidade do Acre.

E por que não?

Ali Bolsonaro recebeu a maior votação proporcional entre todos os estados e o fenômeno Adônis tem origem na rejeição da sociedade cruzeirense aos feudos familiares e oligarquias locais que imperam desde a fundação da cidade.

Os caciques e coronéis de barrancos da política local tomaram a cidade pra si e se reversam no poder adotando a velha e manjada estratégia de que “é preciso que alguma coisa mude pra que tudo permaneça como está”.

O resultado tem sido catastrófico pra o município. Virou rotina prefeitos serem condenados por desmandos de toda ordem. Mesmo assim, insistem em continuar no poder indicando descendentes e/ou amigos próximos pra sucedê-los, já que a justiça lhes cassou os direitos políticos.

Três candidaturas disputam a eleição local, sendo uma liderada por Wagner Sales. Esta, em explícito desespero de perpetuar a família no poder (já tem a mulher e a filha deputadas), bancando a candidatura do filho Fagner, em queda livre – de acordo com pesquisas de consumo interno encomendadas pelos próprios e por outras legendas interessadas.

Fagner amarga ainda uma rejeição duas vezes maior que sua votação se as eleições fossem hoje. É a maior rejeição entre todos os candidatos, aumentada após a reente operação da PF nas propriedades da família.

Ainda na linha das oligarquias e com o mesmo modus operandi dos Sales, vem a candidatura de Zequinha Lima (PP) ex-vice de Ilderlei Cordeiro (ambos cassados recentemente). Zequinha reúne elementos a mais que ajudam a apodrecer sua candidatura: é sustentada por uma aliança com 13 partidos com viés ideológico que vem da extrema direita até e extrema esquerda. São eles: PP, PSD, PT, PCdoB, PDT, PROS, PTB, DEMOCRACIA CRISTÃ,Cidadania, Podemos, PV, PSB e SOLIDARIEDADE, este último cooptado aos 17 minutos do segundo tempo da prorrogação.

O Solidariedade havia pactuado caminhar com o PSL de Adônis em Cruzeiro do Sul, mas não resistiu aos encantos de uma conversa de pé de ouvido com o progressistas.

É o clássico exemplo de aliança em busca do poder pelo poder, unindo porco-espinho com sereia, macaco, camaleão, gazela, minhoca da terra, urubu e outros.

Seria uma gestão marcada pela disputa de grupos, pelos cargos e faca no pescoço do prefeito e pela criação de outros que possam acomodar os aliados desse balaio de gatos.

Esse cenário aumenta o desejo de mudança e faz crescer vertiginosamente a candidatura do Sargento Adônis (PSL), tornando-o favorito na disputa.

Basta esclarecer que as últimas sondagens não oficiais já apontam empate técnico entre os 3 candidatos e o do PSL reúne os melhores pré-requisitos para receber apoio de milhares de eleitores insatisfeitos e indecisos.

 




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