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sexta-feira, outubro 23, 2020

Bocalom se avexa por vaga que não é dele e pode perder o foco da campanha

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Depois da sessão do pleno do TSE que cassou os mandatos da deputada estadual Juliana Rodrigues e do deputado federal Manoel Marcos, uma confusão de informações acerca de quem seriam os novos parlamentares tomou conta da opinião pública.
Um dos que ingressou com ações pedindo a cassação de Manoel Marcos, Tião Bocalon comemorou. Léo do PT, idem.

Mas Bocalom, quando peticionou pedindo a anulação dos votos “comprados”, era filiado ao PSL, partido pelo qual obteve mais de 28 mil votos e não foi eleito. Atualmente está no PP, pelo qual disputará a Prefeitura de Rio Branco. Insistente, ele vê a possibilidade de assumir a vaga, embora a chance seja praticamente zero.
Nem mesmo o TRE se posicionou sobre o resultado.

É de se aguardar a publicação do resultado final, para somente depois recontar as sobras e quociente eleitoral que irão determinar quem fica com as duas vagas.

Bocalon postou em um perfil de rede social a carta de liberação do PSL, sendo que esse documento, para o pleito dele, não tem validade jurídica.

Bocalon saiu do PSL para se filiar no PP fora da janela permitida pela legislação, e isso, sim, tem mais valor que uma carta de recomendação entregue a ele.

“Aos avexados pelo poder, segue minha carta de liberação do PSL”, declarou Bocalom, que parece estar antecipando um entendimento pessoal, sem sequer ter declaração preliminar da justiça eleitoral.

É bom Bocalon focar na sua pré-campanha e continuar a pedir votos com sua vice Marfisa, pois a recontagem das sobras não são nadas favoráveis a ele. Melhor não criar muitas expectativas para evitar mais uma frustração política.

A interpretação do jogo político ensina que a estratégia de jogar para opinião pública é para criar um sentimento de maior aproximação com o povo. Mas essa tática é perigosa.

Especialmente se o objetivo recuperar apoio dos que sempre torceram por ele e que ficaram disperso depois das eleições de 2018.

Calma, tio !




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