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terça-feira, outubro 27, 2020

Fato ou Fake? Contratante de pesquisa que “levanta” Roberto Duarte e “rebaixa” Bocalom é o mesmo que financiou campanhas do deputado

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A Pesquisa do Instituto Real Time Big Data, divulgada pela TV Gazeta na tarde desta terça-feira, é motivo de desconfiança nas redes sociais. A subida repentina do candidato Roberto Duarte (MDB), concunhado do contratante da pesquisa, o empresário Marcelo Moura, gera um quase consenso: seria fato ou fake? Até onde podem ser sérios os números divulgados?

Na última pesquisa o candidato Roberto Duarte tinha 7,9% e nada de fenomenal aconteceu para que aparecesse com 16% sem ter feito grandes movimentações políticas. O público nas redes sociais questiona também a avaliação dada ao candidato do PP, Tião Bocalom, que na última pesquisa tinha quase 19% e agora figura com apenas 9%.

É, sem dúvidas, o assunto mais comentado, dada a desconfiança generalizada, com acentuado nível de descrédito e desconfiança ao instituto até então sem mácula por aqui.

PELO SIM, PELO NÃO, O EMPRESÁRIO COSTUMA FAZER CAMPANHA ABERTA AO CONCUNHADO (OBSERVE NA FOTO ACIMA)

No dia 17 de setembro o acjornal trouxe com exclusividade uma matéria mostrando detalhes de uma investigação em curso que apura uso de dinheiro não declarado na eleição do deputado estadual Roberto Duarte (reveja AQUI). A partir da delação de ex-gerente do Grupo empresarial Pague Pouco, que é de propriedade do mesmo financiador da pesquisa, o operador do esquema entregou documentos e mensagens ao Ministério Público, delatando o esquema que, segundo a promotora Alessandra Marques, financiou as campanhas de Duarte para vereador (2016) e deputado estadual (2018).

De acordo com o levantamento simulado do Instituto Real Time Big Data, que disse ter ouvido 800 pessoas na capital, a pesquisa estimulada Duarte, Minoru e Socorro Neri estão “tecnicamente empatados”, considerando a margem de erro de 4% para mais ou para menos. Aliás, uma margem larga demais, não acham?

A Justiça eleitoral deveria usar critérios mais rígidos em relação a registro de candidaturas, pois qualquer instituto mal-intencionado pode atuar de maneira desleal e causar confusão na opinião pública, principalmente em tempos de rápida circulação das notícias.

 




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