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domingo, novembro 29, 2020

Bolsonaro, Ciro Gomes, Dória e Lula apadrinham campanhas Brasil afora, mas nenhum deles vem ao Acre

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O Blog do Assem apurou que os candidatos Bocalom (PP), Minoru Kinpara (PSDB) e Roberto Duarte (MDB) tentam em vão o apoio presencial de Bolsonaro em suas campanhas. Daniel Zen faz questão de Lula ao seu lado, muito embora o ex-presidente tenha rejeição assustadora pelas razões que todos já sabem.

É uma briga silenciosa pelo apoio que julgam importante do presidente, do ex-presidente e do presidenciável – mesmo que seja uma réles declaração no aeroporto da capital acreana. O prestígio de Gladson junto ao governador de São Paulo, João Dória, ajudaria a trazê-lo para um café com Socorro Neri.

O Palácio do Planalto não respondeu as provocações da grande imprensa, de que Bolsonaro precisa comparecer no palanque dos seus principais candidatas, a fim de evitar um revés que refletiria negativo nas pretensões de reeleição do presidente. Os padrinhos políticos que representam a nacionalização do debate eleitoral devem embarcar nas campanhas de capitais apenas na reta final do primeiro turno.

Por diferentes razões, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) têm participado de forma discreta até aqui em capitais como Fortaleza, Salvador e Rio, onde se esperava que fossem os principais cabos eleitorais do horário gratuito no rádio e TV”, destacou OGlobo.

O recuo ocorre em meio à divulgação de pesquisas eleitorais que apontam percentual relativamente baixo de transferência de votos dos padrinhos políticos, que também atraem maior rejeição às candidaturas. Para dirigentes partidários e estrategistas das campanhas, é “natural” que figuras nacionais intercedam mais próximo à votação, marcada para 15 de novembro, salvo em casos de campanhas que ainda patinam em pesquisas eleitorais, como em São Paulo e Recife.

O advogado Roberto Duarte tentou furar a fila. O máxima que conseguiu foi uma foto com o presidente aproveitando-se de uma “carona” do senador Márcio Bittar, relator do orçamento.




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