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quinta-feira, dezembro 3, 2020

Caso Jonhliane: Ícaro e Alan viram réus, irão a júri popular e podem pegar até 30 anos cada

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O fisioterapeuta Ícaro José da Silva Pinto e o estudante Araújo de Lima passaram da condição de acusados para réus no processo que apura a morte da jovem Jonhliane Paiva.
A decisão é do Juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditória Militar, Alesson Braz, que recebeu a denuncia oferecida pelo Ministério Publico Estadual.

No documento o promotor de justiça Efraín Mendonza atribuiu seis crimes a Ícaro Pinto, condutor da BMW que atropelou e matou a jovem, e cinco ao estudante Alan Araújo, que conduzia o novo fusca. Ambos irão a júri popular.  Cada um pode ser condenado até 30 anos de prisão. A promotoria pede ainda uma indenização para mãe de Johnliane, que era dependente da filha.

O crime aconteceu no dia 6 de agosto deste ano na Avenida Antônio da Rocha Viana. A vitima trafegava numa motocicleta a caminho do trabalho quando foi atropelada pela BMW conduzida por Ícaro, que estava, segundo a perícia, a 151 quilômetros por hora.

A partir de agora a defesa dos réus terá o prazo de 10 dias para apresentar a defesa prévia. Na mesma decisão o magistrado deferiu o pedido para a advogada Raymunda Salony de Paiva atuar como assistente de acusação.

Em relação ao pedido da defesa de Alãn para a devolução do novo fusca, o magistrado disse que só vai decidir após a apresentação da defesa previa.




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