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quinta-feira, dezembro 3, 2020

Partidos, institutos de quinta e a máfia das pesquisas para enganar eleitores indecisos em Rio Branco

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É notório que a expansão dos meios de comunicação trouxe avanços para a democracia e facilitou o acesso da grande massa à notícia.

Mas chama atenção o quanto as notícias falsas ganham destaque em uma eleição tão acirrada como é a deste ano em Rio Branco.

Uma verdadeira máfia de pesquisas manipuladas está tentando influenciar a decisão do eleitor Rio Branquense. O alvo são milhares de pessoas que tendem a votar em quem supostamente lidera as intenções de voto.

Partidos e coligações encomendam pesquisas, sendo que os tais instituto dificilmente apontam resultado desfavorável a quem paga – e paga bem. Pesquisa eleitoral é um produto caro.

Talvez essa eleição seja a que mais tem registro de pesquisas em toda história. Toda semana se noticia duas ou três pesquisas feitas por Institutos de fundo de quintal, aceitas pelo TRE – Tribunal Regional Eleitoral – sem uma definição muito clara da segurança dos dados obtidos.

Um candidato que tenha uma estratégia para disparo em massa de qualquer notícia falsa em Grupos de Whatzapp transforma fake news em uma verdade absoluta.

Aí o crime vence de novo e os eleitores indecisos, na maioria ignorantes na questão, já terão sido fisgados.

Seria sensato a Justiça eleitoral suspender toda e qualquer pesquisa pelo bem de uma campanha limpa e de propostas.

Já temos fake News demais nas eleições.

Pesquisas não estão sendo tratada com seriedade exigida pela lei.

 




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