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quinta-feira, dezembro 3, 2020

Acre: abstenção deve ser recorde na eleição mais atípica da história

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Os partidos e consultores políticos, podem começar a fazer os cálculos de uma possível abstenção de votantes nunca vista em todo período de eleições, desde a redemocratização e o voto direto. Em tempos de Pandemia, onde os números de infectados beiram os seis milhões e já com quase 165 mil mortes causadas pelo novo coronavírus, as pessoas com problemas com morbidades e principalmente idosos declaram não ter interesse em comparecer às urnas.

O cientista político Euclides Bastos, professor da Ufac, disse que “esta é uma eleição diferenciada”. Ele acredita numa abstenção acima da média registrada nas votações anteriores.

O acjornal conversou com algumas pessoas, que confirmaram essa tendência de não ter interesse em ir votar e também orientar seus pais e irmãos mais velhos a ficar em casa no domingo. Além disso, acreditam ser um risco sair de casa com crianças.

Maria Cecília

Professora da rede estadual (56) anos, afirma que ainda não decidiu se irá comparecer a urna de votação e que sua mãe que tem 78 anos e que sempre gostou de votar, não irá sair de casa no domingo.
“Eu jamais deixarei minha mãe com 78 anos ir votar, nem eu mesma que estou com 56 quero ir, a saúde é mais importante do que pagar uma taxa por não votar”, disse a servidora pública.

Marcos Tavares

Autônomo de (48) anos, disse que irá sim comparecer e exercer seu papel de votar, mas que seus pais jamais sairão de casa no domingo.
“Olha eu já peguei o COVID, me recuperei bem, mas não vou colocar a vida dos meus pais em risco. Vou orienta-los a não ir, pois a eleição mesmo com os cuidados necessários é lugar de muita aglomeração, eles não vão mesmo” indagou.
Assim como os dois entrevistados pelo acjornal, milhares de eleitores acreanos pensam desta forma e isso pode acarretar em uma eleição com recorde de faltosos.
É bom os candidatos observarem esse detalhe e refazer suas estratégias eleitorais.




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