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quinta-feira, dezembro 3, 2020

Bocalom terá Rocha, Mara, Bittar, Antônia Lúcia, Roberto Duarte e Jamyl; palanque pode virar “campo de guerra” por cargos da prefeitura

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Um verdadeiro balaio de gatos. Um virtual ambiente político hostil está se formando no palanque de Tião Bocalon (PP) e Marfisa Galvão (PSD), com apoio de figurões derrotados domingo passado.

Alguns afirmando que brilham mais que seus partidos, e o loteamento de uma virtual gestão Bocalon seria inevitável.

Márcio Bittar, Major Rocha, Mara Rocha, Roberto Duarte, Antônia Lúcia e Jamyl já declararam apoio para a chapa do PP.

Pela postura de cada um deles,  cabe uma alerta.

Bocalon e Petecão devem trabalhar a prevenção ou seu palanque vai virar um campo de guerra, de egos e de gente querendo brilhar mais que o próprio candidato.

Boca e Marfisa, os protagonistas da chapa, correm sério risco.

Passado o primeiro turno e com resultado favorável ao Progressitas, a batalha agora é para ver quem amplia suas alianças e busca a melhor estratégia para vencer no jogo.

Outro fator que chama bastante atenção no ambiente do PP é o clima de vitória antecipada, em um jogo que recomeça do zero.

Nos grupos de mídias sociais, uma parte de dirigentes e militantes eufóricos demonstram arrogância, prepotência.

Sobram molecagem e desdém.

Vale lembrar que Rio Branco teve a maior abstenção eleitoral de sua história. Maias de 70 mil eleitores deixaram de ir às urnas.

Esses eleitores, se quiserem, decidiriam as eleições.

Aos que estão no clima de já ganhou, aprendam com a história de alguns processos eleitorais do passado.

Eles tem lições a serem seguidas.

Cada eleição é um duelo novo e as estratégias bem elaboradas definem o resultado.

 




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