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domingo, novembro 29, 2020

Promotor vê negligência em morte de detento que religava energia sem equipamento de segurança; polícia entra no caso

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“Quem autorizou o reeducando subir no poste para fazer o serviço, sem os equipamentos de segurança, cometeu homicídio culposo, quando não há a intenção de matar”. A declaração foi dada nesta quarta-feira, 18, pelo Promotor de Justiça Tales Tranin. O representante do Ministério Público Estadual encaminhou ofício a Polícia Civil requisitando a abertura de inquérito para apurar as circunstâncias da morte do detento Francisco Ferreira Cavalcante. O apenado morreu no último dia 5, no Pronto Socorro. Ferreira como era mais conhecido, foi atingido por uma descarga elétrica quando tentava fazer uma religação no presídio de uma rede de alta tensão. O preso chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Para o promotor a falta de equipamentos de segurança é outro fato que constata a negligência. A previsão e que o inquérito seja finalizado em 30 dias




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