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domingo, novembro 29, 2020

Rio Branco: candidata do Podemos pedia votos para presidente do partido; ela recebeu auxílio do Covid e a PF já apura “laranjal”

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Juliane Smith está na lista de candidatos que receberam indevidamente o auxílio emergencial, pago pelo governo federal, a pessoas supostamente necessitadas durante esta pandemia. Além disso, a candidata pedia votos para o vereador Railson Correia,  presidente do partido ao qual ela está filiada, o Podemos.

Juliane não recebeu um centavo sequer do partido, mas impulsionou a candidatura do vereador nas redes sociais.

Silenciosamente, a Polícia Federal abriu inquérito para apurar a irregularidade que envolveria outros candidatos da mesma legenda. Por esta razão, o parlamentar, que não foi reeleito, chegou a ser conduzido à sede da Polícia Federal, onde foi ouvido, e em seguida liberado.

A notícia de uma suposta prisão do vereador teria sido um erro da imprensa, mas o “convite” para ele se explicar não é fake.

Ele argumentou que, naquele momento, estava fazendo exames e ocupou generosos espaços na mídia para dizer que estava em casa.

Um agente informou que “os indícios do possível crime eleitoral são robustos”. O policial não aceitou entrar em detalhes, alegando procedimento padrão da PF. Já a Procuradoria Eleitoral não se manifesta por enquanto.

Há jurisprudências consolidadas que orientam uma decisão judicial antes mesmo da diplomação dos eleitos no caso concreto de crime por uso de laranjas. Juízes eleitorais entendem que o sufrágio (voto) dado a candidatos laranjas “contamina todo os demais.

Assim, o pastor Arnaldo Barros, eleito no dia 15,  correria o risco de não ser vereador e o próprio Railson, suplente, não assumiria.

Na hipóteses de haver uma decisão desfavorável ao Podemos, assumiria a cadeira o suplente Jimmy Juruna, o filho do vereador Juruna, que desistiu de disputar o pleito em 2020. Jimmy não entrou na lista de eleitos por falta de 26 votos.

O Solidariedade estaria na briga, mas o candidato mais votado da legenda não alcançou 10% do coeficiente eleitoral.




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