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segunda-feira, janeiro 25, 2021

O PP, que ainda recruta fiscais “voluntários”, tem campanha de R$ 4 milhões; Socorro Neri não recebeu nem R$ 470 mil

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Com o aumento da transparência na divulgação dos recursos movimentados nas candidaturas, o eleitor tem acesso ao quanto de dinheiro do fundo eleitoral e partidário entrou nas contas dos partidos e candidatos na eleição deste ano.

Dentre os dois candidatos que disputam a eleição do segundo turno na capital Rio Branco, o Progressista de Bocalon é quem mais tem bala na agulha para gastar na disputa. Enquanto Socorro Neri (PSB) recebeu apenas R$ 467.190,87 o adversário tem a seu favor o gordo repasse que seu partido recebeu até aqui: R$ 3.984.969,39 (quase quatro milhões), informação que pode ser acessada por qualquer cidadão.

Bocalon tem uma estrutura de campanha nunca vista em todas as vezes que disputou cargos majoritários. Além de do aporte milionário do seu partido, tem a vice do PSD, o partido que mais recebeu dinheiro do fundo partidário no Acre.

A estrutura montada faz jus aos números: ônibus, pessoal profissionalizado, centenas de cabos eleitorais e uma logística de causar inveja. Nos últimos dias, os marqueteiros de Bocalon e Marfisa tentam emplacar a idéia de campanha franciscana.

Um chamamento para que apoiadores possam se apresentar para serem fiscais voluntários no dia da eleição vai na contramão do que a finança do PP despejou na capital acreana.

A soberba e o discurso do “já ganhou” – atitudes condenadas pelo próprio candidato, cerram os olhos de uma militância naturalmente histérica.

A prefeita Socorro Neri tem se mantido discreto e coerente e, diferente de outras administrações, não misturou a máquina pública com eleição, e faz uma campanha modesta, utilizando apenas os recursos de arrecadação dentro da lei.




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