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segunda-feira, janeiro 25, 2021

Chefe de segurança do Iapen é acusado por agressão, cárcere privado e indução ao aborto contra colega de trabalho

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O terceiro homem forte na linha de comando do Instituto de Administração Penitenciária do do Acre, Raimundo Dhione Cunha, está sendo acusado por uma colega de farda de agressão física ocorrida dentro do próprio ambiente de trabalho.

Em uma queixa crime por agressão física, registrada na delegacia da mulher, em Rio Branco, no dia 17 do mês passado, a policial penal S.M.F faz uma série de acusações ao chefe do departamento de segurança do IAPEN acreano, conhecido por “Raimundão”.

O conteúdo, na íntegra, dos fatos narrados à delegada plantonista pela suposta vítima, vem sendo tratado com discrição pela autoridade policial do caso para não atrapalhar as investigações e garantia da integridade física da denunciante.

Mas, o Acjornal apurou, junto à uma fonte de dentro da própria polícia civil que investiga o caso, que a moça seria suposta amante de “Raimundão” e teria engravidado dele.

O acusado teria tentado convencê-la a praticar um aborto ilegal e como ela não aceitou ele acabou por lhe espancar a socos e pontapés.

Raimundão ainda teria trancafiado, por cerca de uma hora, a suposta amante em uma sala em um presídio na capital acreana.

A policial penal só teria sido libertada depois de prometer que iria fazer o aborto e jamais confidenciaria a alguém o caso amoroso que estaria tendo com o chefe de segurança.

Mas, ao contrário do que havia prometido para Raimundão, ela procurou a delegacia especializada em crimes contra a mulher, no dia seguinte, e relatou tudo à polícia.

Agora, o terceiro homem forte do Instituto de administração penitenciária do Acre deve ser indiciado por agressão física, tentativa de indução ao aborto, Cácere privado, assédio moral e sexual contra uma subordinada no próprio ambiente de trabalho.

O Acjornal não conseguiu falar com o acusado para ouvir a versão dele sobre a queixa crime registrada contra sua pessoa na delegacia da mulher.

Por enquanto, a direção da Instituição onde o acusado é o terceiro chefe na linha de comando, também, ainda não se manifestou sobre o assunto que já é do conhecimento de quase todos os demais polícias penais nos corredores de todos os presídios acreanos.




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