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quarta-feira, janeiro 20, 2021

“Mito” da advocacia no Acre nos anos 80 e 90, Jorge Araken morre aos 83 anos

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Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Acre, ex vice presidente da Academia Acreana de Letras, desembargador aposentado, professor jubilado da UFAC, ex vice Presidente do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/AC, integrante do Conselho Consultivo da Escola Superior da Advocacia (ESA/AC), ex advogado militante.

Jorge Araken Faria da Silva era considerado um “mito na advocacia acreana, em razão de sua oratória absolutamente tecnicista e por ter sido um dos juristas mais solicitados no estado e Brasil afora. Morreu neste sábado, por complicações da Covid 19, no Hospital Santa Juliana, em Rio Branco. Estava internado havia meses, em estado grave, e os médicos já não tinham esperança de devolvê-lo saúde.

Em 2012, uma equipe do Instituto de Traumato-Ortopedia (Into) diagnosticou infecção óssea do advogado, então com 75 anos. A doença, à época, já era classificada como “gravíssima”. Araken não advogou mais. Não podia andar. Fez cirurgia para colocar uma prótese no quadril esquerdo e sofreu muito com consequências que nem mesmo a equipe médica conseguiu adiantar.  Para piorar, fraturou o fêmur e a cicatrização foi profundamente retardada em razão da diabetes.

A causa da morte, no entanto, foi falência pulmonar e renal, com choque séptico decorrente da COVID-19”, comunicou um filho do ex desembargador.

 




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