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sábado, janeiro 16, 2021

Iapen abre processo contra Alessandro Rosas e investiga autorização de porte suspeita a matador de picolezeiro

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O Iapen abriu nesta segunda-feira processo administrativo contra o policial penal Alessandro Rosas, que matou com dois tiros o pizolezeiro Gilcimar Honorato. A Corregedoria do instituto solicitou as provas de homicídio culposo (com intenção de matar), conforme concluiu o delegado responsável pelo caso após verificar imagens de segurança próximas ao bar do Conjunto Esperança, onde tudo aconteceu neste sábado. A Polícia Civil não trabalha com a hipóteses de legítima defesa, alegada pela associação que representa os policiais penais no Acre.

Alessandro foi preso em flagrande, em sua casa, horas após o crime. O juiz converteu a prisão temporária em preventiva, sem data para que o acusado d eixe o presídio.

O presidente do Iapen, Arlenilson Cunha, mandou apurar, ainda, a autorização de porte de arma emergencial dada a Alessandro Rosas no início de 22019. Pouco antes disso, o policial penal foi flagranteado com arma fria, durante o Carnaval daquele ano. O então agente penitenciário disse na delegacia que a arma era “de vagabundo”, ou seja, sem registro. O que mais intriga é que, alguns depois, o Iapen concedeu porte emergencial a Alessando, sob a alegação de que ele estaria correndo risco de morte. O porte foi autorizado pelo então chefe de Segurança dos Presídios, Raimundo Dhiones, que foi afastado da função na semana passada por agredir uma colega de trabalho, e por Laudemir Saar Xavier, então chefe do Departamento Bélico do Iapen. .

“Alguém autorizou. Nós estamos averiguando em que circunstância isso aconteceu. O processo legal está em curso e daremos uma resposta à sociedade para o que de fato aconteceu”, disse Arleilson Cunha.

 




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