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quinta-feira, janeiro 28, 2021

Sociopatas, desordeiros e fanáticos disparam Fake News 24 horas ao dia em grupo de Whatsapp no Acre

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Um grupo de psicopatas e sociopatas dissemina links de procedência duvidosa – na maioria montados – sobre saúde, economia, política e outros assuntos, no grupo de Whatsapp com maior incidência de Fake News do Acre. O administrador, Antônio Sales, que teria formação superior em gestão pública e fez campanha política para grupos que alcançaram a eleição, arrasta delinquentes desocupados que parecem ganhar a vida reproduzindo maldades sem se importar com o impacto desastroso nas vidas de crianças, adultos e idosos. Ele acaba de disseminar a orientação segundo a qual uma pessoa só deve buscar socorro médico quando estiver com falta de ar, contrariando a recomendação de especialistas.

Nesta segunda-feira, os meliantes digitais propagaram notícia falsa de que a vacina para imunizar contra a Covid estaria matando muitas pessoas mundo afora. O grupo tem acordo fechado para atacar jornalistas e autoridades, ultrapassando os limites do respeito. O curioso é que alguns políticos são participantes do grupo, e apenas observam.

O governador chegou a frequentar o “Debate Político, mas saiu. Outros nomes de expressão na sociedade acreana também desprezaram depois que o disparo de Fake News se tornou mais frequente.

Jornalistas, pessoas comuns e até políticos orientam os criminosos do grupo a encerrar a divulgação de notícias mentirosas, tentando convencer que isto não ajuda na formação de uma sociedade bem informada. Mas a reação dos bandidos é uma só: risos, deboche e indiferença.

O administrador do grupo

O acjornal se viu na obrigação, também, de pedir que o grupo tenha mais cuidado antes de compartilhar tais informações. O correto é investigar as notícias e sua procedência, mas os milicianos reagem sempre com desdém e soberba. “Isso é democracia”, disse equivocadamente o dono do grupo e único administrador.

O “Debate Político” foi criado há quatro anos com uma proposta mais decente e respeitosa. O viés da ofensa, injúria e difamação ganhou proporções incontroláveis, inclusive com ocorrência de escândalo sexual envolvendo homem casado. A reportagem apurou que o administrador do Debate Político trava uma disputa sem limites éticos com outro rivais, por espaço e influência, com níveis de agressão mútua impublicáveis.

A quadrilha, enfim, está seduzida pela violência redentora – a ideia de que a ordem pode ser imposta pelo ataque sem fim a desafetos e opositores políticos nasceu em um Estado – o Rio – que testemunhou, a partir do anos 1960, os estreitos laços entre grupos de extermínio, políticos, milicianos, bicheiros, traficantes de droga e uma polícia corroída pela corrupção e violência.
No caso do grupo acreano, suspeita-se que haja financiamento de opositores para disseminar ódio e vingança inclusive contra o governo atual.
O acjornal comprou essa briga.
Não haverá trégua enquanto houver Fake News.




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