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terça-feira, janeiro 19, 2021

A pauta gestão: Bocalom e Marfisa enfrentam desgaste por não aceitar transição oferecida por Socorro Neri

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Em apenas 11 dias de sua gestão o prefeito de Rio Branco Tião Bocalom (PP) e sua vice Marfisa Galvão (PSD) já sente as consequências de não levar o processo de transição a sério.
Logo no dia seguinte às eleições em que foi derrota no segundo turno, a então prefeita Socorro Neri (PSB) nomeou equipe de transição, ofereceu todos os dados e transparência para a equipe a ser escolhida por Bocalon e Marfisa trabalhar.
Tomado por uma euforia fora de época, por ter sido prefeito 14 anos atrás, Bocalon não nivelou o que foi ser gestor de Acrelândia com menos de 10 mil habitantes e se tornar em prefeito de Rio Branco com mais de 400 mil.
O resultado de terem menosprezado o processo de transição apareceu agora já na segunda semana de administração, com junção de pastas incompatíveis e nomeações de quem fez campanha aberta aos que julgaram ser inimigos públicos nº 1.
Isso tem gerado descontentamentos de aliados e uma saraivada de críticas na própria cozinha da coligação PP-PSD. Na verdade, o grupo que venceu as eleições não possui quadro técnico confiável e competente para manter a qualidade eficiência do serviço público.
A vice-prefeita Marfisa paga um preço por não ter nomeado uma equipe de transição nas três pastas que dirige – Assistência Social, Cultura e Esporte. No diário oficial, a nomeação de remanescentes tem dado o que falar, pois são pessoas que detêm todo um conhecimento de processos administrativos e burocráticos da Assistência Social e Fundação Garibalde Brasil.
O secretário de planejamento Artur Neto não dormiu pensando no quê falar. A Comunicação não se comunica, e ele inventou a estória de que alguém que cuida dos atos oficiais mandou documentos errados para o prefeito assinar.
Ora. Que estranho !
Marfisa também confirmou que ela pediu para que os antigos servidores comissionados fossem nomeados novamente, para repassar o conhecimento a turma nova que estar chegando.
Humilhante você ser avisado que vai ficar mais dois ou três meses e depois será demitido.
Tá pensando o quê?
Outros remanescentes da gestão de Socorro Neri serão nomeados para treinar os recém chegados de Bocalom. E o preço a pagar por isso continua alto – evitável que tivessem pensado antes de tomar decisões tão temerárias.
Por fim, Rio Branco não merece esse início atabalhoado de gestão, exatamente por que muito dinheiro ficou em caixa a condição fiscal é uma das melhores do país e não há qualquer resquício de corrupção herdado pela nova gestão.




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