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segunda-feira, março 1, 2021

“Problema é das empresas”, diz Bocalom sobre atraso dos salários dos motoristas e cobradores

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalon (PP), foi direto ao responder a pergunta da repórter Tálita Sabrina, na manhã desta quinta-feira (21), ao vivo, no telejornal da TV Acre, sobre a ameaça de mais uma paralisação no transporte coletivo da capital acreana, na próxima semana. Os trabalhadores dos transportes coletivo culpam a prefeitura pelo atraso no pagamento dos salários.

Ele disse que o problema é das empresas com seus funcionários e resta ao poder publico municipal apenas, tentar intermediar um acordo entre as duas partes para evitar que a população usuária do transporte coletivo seja prejudicada com a suspensão dos serviços.

“As empresas de ônibus têm uma concessão pública, a responsabilidade do pagamento dos salários não é, nunca foi e nem será da prefeitura. É das empresas de ônibus”, disse.

Bocalon disse ainda que fica triste com as empresas de ônibus, que no passado tiveram grandes lucros em Rio Branco, e agora em plena pandemia se recusam arcar com a manutenção dos transporte coletivo sob alegação de prejuízos na planilha de custo da frota.

O prefeito afirmou que em reunião na Superintendência Municipal de Transito de Rio Branco (RBtrans) com os empresários e representantes das categorias trabalhistas a prefeitura conseguiu intermediar, na tarde da ultima quarta-feira, uma proposta de pagamento dos salários atrasados dos motoristas e cobradores de ônibus para o inicio do próximo mês.

“As empresas definiram que vão, realmente, assumir o pagamento do mês de Dezembro no inicio do mês de Fevereiro. Então é isso, nos estamos aqui para intermediar isso, nos não queremos greve. Se eles continuarem insistindo que vão fazer greve não tem nenhum problema, agente abre, aqui, o transporte para outras empresas, para as vans e tal…”, ressaltou.

Tião bocalon ainda colocou em duvidas a seriedade da paralisação dos motoristas e cobradores de ônibus no mês passado, dando a entender, segundo ele, que a greve tinha sido realizada por um grupo não ligado à diretoria do sindicato da categoria, provavelmente mandado pelos próprios empresários para forçar o poder público a autorizar reajustes no valor da passagem.




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