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quinta-feira, fevereiro 25, 2021

Sinteac alerta: sem vacina não haverá aula em Rio Branco; escolas não estão adaptadas e secretária não atende o sindicato

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A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), professora Rosana Nascimento, discordou da decisão do prefeito Tião Bocalom, do retorno das aulas presenciais em fevereiro.

A sindicalista declarou que a orientação do sindicato,  que representa professores e funcionários de escola, é voltar às aulas presenciais somente após a categoria ser vacinada contra a covid-19.

“Sem imunização dos servidores da educação, as autoridades acreanas  não podem colocar em risco a saúde dos trabalhadores e das crianças matriculadas na pré-escola e no fundamental -I”, declarou.

A professora Rosana destacou que falta infraestrutura nas creches e escolas da rede municipal. Apontou que as escolas precisam adotar os protocolos de biossegurança que determinam a instalação de pias para higienização das mãos das crianças e adolescentes matriculados no 1° ao 6° Ano, além da  ampliação dos banheiros coletivos para evitar aglomeração dos alunos na porta principal (no horário do recreio), a disponibilidade de totens com álcool em gel nos corredores, tapetes sanitizantes, sinalização do distanciamento de dois metros nos corredores e nas salas de aula,  com aviso de obrigatoriedade de máscaras que devem ser distribuídas gratuitamente aos alunos e o uso de medidor de temperatura no portão central”, diz uma nota publicada no site do Sinteac.

 

A sindicalista informou que há negociações financeiras pendentes também.

“Desde a primeira semana de janeiro que a diretoria da entidade encaminhou um ofício pedindo uma reunião com a secretária municipal de Educação, Nabyha Bestene, para tratar da pauta da categoria, mas até o presente momento nenhuma resposta  foi dada.

O pleito da categoria consiste nos seguintes pontos: elevação do piso das carreiras, correção dos percentuais das pós-graduação, mestrado e doutorado; criação do piso profissionalizante dos funcionários de escola e o reajuste salarial veiculado ao novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). “Há dois anos que a nossa categoria não tem nenhum reajuste salarial, muito embora a prefeitura de Rio Branco recebe a maior parcela do Fundeb em comparação com as demais prefeituras, diz  a publicação.

Com informações da Assessoria do  Sinteac




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1 COMENTÁRIO

  1. Concordo com o posicionamento de não voltar às aulas, mais esse debate vai muito além de adequação de infra-estrutura para receber a classe. Estamos vivenciando um outro momento da pandemia o maldito vírus parece que sofreu uma mutação se tornado mais forte e com isso muitos jovens e crianças estão morrendo. Voltar às aula com com 40 a 50 alunos por sala significa que Prefeito Bocalom construirá o maior laboratórios de contaminação em massa em Rio Branco, daí a frase ” Vamos botar pra moer”
    Também não é hora Sra. Rosana de brigar por aumento de salário, temos que ser sensatos ao momento trágico que estamos vivendo.

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