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segunda-feira, abril 12, 2021

Alô, Zeladoria! Sucatões transformam várias ruas de Rio Branco em cemitério de carros velhos e depósito para o Aedes Aegypti

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O surgimento de vários sucatões caseiros na região conhecida por parte alta de Rio Branco tem transformado as vias publicas dos bairros Tancredo Neves, Alto Alegre, Montanhês, Irineu Serra e outros em uma espécie de cemitério de carcaças.

Os veículos comprados para desmanche são colocados nas calçadas de pedestres e, em muitas vezes, no meio das ruas, atrapalhando o transito e dificultando o trânsito dos ônibus.

Sem falar que nessa época de inverno amazônico as carcaças viram criadouro do mosquito da dengue, colocando em risco a saúde dos vizinhos.

Dona Maria Auxiliadora do Vale, residente no bairro Tancredo Neves, já se indispôs com o dono do sucatão ao lado de sua casa devido à montanha de ferro velho praticamente na entrada de sua casa.

“Ele não respeita o espaço das outras pessoas e já espalhou um monte de carros velhos ao longo de toda a rua como se o espaço público fosse um deposito à parte do sucatão dele”, dispara.

O dono das carcaças pediu para não ter o nome citado, mas argumentou que a ocupação publica é por que ele não tem mais espaço em seu quintal para guardar os carros velhos que compra para revender as peças.

“Eu sei que esse monte de ferro velho na lateral da rua incomoda os vizinhos, mas esse é o meu meio de vida e não tenho mais espaço no quintal para colocar os carros velhos que compro para fazer desmanche no futuro”, disse.

No bairro montanhês, outra vizinha de um sucatão improvisado se queixa da falta de providências por parte do poder publico, que segundo ela tem sido omisso com o problema.

“Eu não sei aonde é que está a prefeitura, ou qualquer que seja a autoridade competente, que não fiscaliza um absurdo desse. Aqui em frente à minha casa tem carcaça de carro que já vai fazer três anos que está ai e ninguém faz nada”, se queixa a mulher.

O responsável pela remoção desse tipo de entulho em via publica é a administração municipal, através da secretaria de zeladoria da cidade, mediante fiscalização prévia.

Mas, até a publicação dessa matéria o ACjornal não havia obtido resposta da assessoria de imprensa da prefeitura de Rio Branco para falar com alguém sobre as providências a serem tomadas sobre o problema narrado nessa reportagem.




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