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sábado, maio 15, 2021

Acre prepara mais 10 UTIs no INTO para casos graves de Covid e afasta risco de colapso

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O maior hospital de referencia para atendimento de casos graves de covid-19 na capital acreana vai receber nas próximas 24 mais 10 leitos de UTI para afastar a possibilidade de superlotação.

Os equipamentos começaram a ser montados na tarde desta quarta-feira quando o governo do estado recebeu o alerta de um possível colapso no Instituto de Traumatologia do Acre por falta de leitos de UTIs para internação de novos pacientes com falta de ar.

Técnicos da própria secretaria estadual de saúde e engenheiros da empresa que forneceu o material têm trabalhado jornadas interruptas para aprontarem os novos leitos de UTIs do INTO o mais rápido possível.

A gerente daquela unidade de saúde, Lorena Seguel, acredita que nas próximas horas o hospital já esteja com sua capacidade de internações nas unidades de tratamento intensivas ampliada e voltando a funcionar, nesse primeiro momento, com menos risco de um colapso no atendimento.

“Na hora que essas dez UTIS estiverem prontas, e se a gente permanecer com vaga nas cinco que ainda estão desocupadas hoje, nos teremos quinze Unidades de Tratamento Intensiva no INTO para continuamos recebendo novos pacientes, só não sabemos por até quanto temo mais diante do relaxamento da população com as medidas de proteção individual à doença”. Disse

Nos dois centros de referencia a atendimentos graves de casos de covid no interior do Estado, a preocupação com a possibilidade de super lotação dos leitos de UTIS nos próximos dias não é diferente.

Os diretores dos hospitais regionais do Alto Acre, localizado na cidade de Brasiléia e do hospital regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul, já emitiram o alerta ao governo do Estado, e à população local da eminência do colapso no sistema de atendimento de saúde se as pessoas continuarem ignorando os riscos de contagio da doença.

Nesses dois casos, o governo acreano ainda não informou sobre o que é possível fazer para evitar o pior. A exemplo do que já vem acontecendo nos vizinhos Estados do Amazonas e Rondônia.




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