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sábado, maio 15, 2021

Butantã rebate notícia tendenciosa sobre morte de indígena no Acre: “fake news é tão perigoso quando o vírus”

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Um líder indígena de Cruzeiro do Sul morreu na semana passada após ser imunizado contras a Covid.

Mas ele não havia contraído o vírus, e tinha comorbidades diversas, entre elas diabetes e hipertensão.

O site local manchetou que o índio, de idade avançada, “morreu após tomar Coronavac”, induzindo, de forma irresponsável, a pensar que o imunizante havia agravado a saúde do paciente.

Pior: o jornalista agiu, levianamente, para criminalizar o fármaco e seu laboratório. E não mencionou que Fernando Katikina não estava infectado ao falecer.

O Instituto Butantã, que forneceu as doses para o Acre, reagiu, via Instagram, nesta terça-feira.

Leia abaixo:

Verificado

Atenção! Não há qualquer relação entre a morte do líder indígena Fernando Katukina, no Acre, com o fato de ele ter tomado a vacina contra a Covid-19 no dia 19 de janeiro, como especulam publicações nas redes sociais. A médica que cuidou de Fernando não só já declarou que a morte não tem relação com o imunizante tomado como afirmou que a vacina é segura e é o único meio de evitar a doença. Espalhar Fake News é tão perigoso quanto o próprio vírus. A vacina salva vidas. O Butantan faz isso há 120 anos. #Vacina #Podeconfiar #ÉdoButantan #VacinadoButantan #Butantan120Anos




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