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sábado, maio 15, 2021

Proposta indecente: empresários da Acisa, Fecea e Fieac pressionam Bocalom contra decreto do governo, mas prefeito diz não

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Um grupo de empresários teve a audácia de propor ao prefeito Tião Bocalom (PP) a edição, e publicação, de um um ato administrativo que derrubasse o decreto emergencial, do Governo do Acre, que institui regras mais duras contra a pandemia.

A proposta indecorosa capitaneada pelo empresário Marcelo Moura, presidente da Associação Comercial do Acre (ACISA), foi feita no gabinete do próprio prefeito, quarta-feira à noite, e contou com a presença de todas os diretores da Federação do Comércio de Bens e Serviços do Estado do Acre (Fecea), Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac) e outras entidades de renome no Estado.

Na Acisa, a intenção dos empresários é pressionar o prefeito de Rio Branco para ele assinar um decreto municipal mais brando que neutralizasse, na capital acreana, alguns pontos do decreto estadual que determinou o fechamento de diversos tipos de estabelecimentos comercias e indústrias.

Tião Bocalon teria se esquivado da pressão dos ricos e poderosos empresários alegando que seria inconstitucional a publicação de um decreto municipal. A medida, entendeu o prefeito, não teria validade, uma vez que o decreto do governador Gladson Cameli alcança os 22 municípios.

O prefeito da capital acreana ainda foi além:

Pediu que o numeroso grupo de empresários, entre eles Leandro Domingos, da Fiat Comauto, e Rubenir Guerra, da rede de lojas Barriga Verde, procurarem o próprio governador e se queixarem sobre o novo decreto de isolamento social para prevenção à covid-19.

Enquanto isso o Estado chegava ao lamentável número de 49.944 pessoas infectadas pela doença com o triste registro de 882 mortes pela convid-19 e os hospitais, lotados.

 




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