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segunda-feira, abril 12, 2021

Acisa e federações do Comércio, da Indústrias e Agricultura negam socorro aos desabrigados no Acre. Seria revanchismo contra o decreto da Pandemia?

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Nenhuma iniciativa humanitária da parte da federação que representa os industriários no Acre.

Nenhuma gota de água mineral, nenhum sacolão, nenhuma peça de roupa velha foi doada pela federação do Comércio (Fecea).

Nenhum lamento da Faeac, a federação elitista que representa pecuristas, fazendeiros.

A Acisa, associação Comercial do Acre, que tem como presidente um bilionário negacionista, sequer emitiu uma nota de solidariedade aos mais de 130 mil afetados diretamente pela cheia dos rios.

Noutras enchentes, via-se, à porta de supermercados, urnas enormes, para depósito de donativos. E informações bancárias para arrecadação, em dinheiro, para ajudar quem tem fome, sede, frio e desesperança.

Hoje, eles, empresários, comerciantes, fazendeiros, parecem torcem por mais sofrimento, tudo em nome de seu projeto pessoal de lucro, em que o alvo é o governo e os governantes.

Isto é genocídio!

Essa negação, essa omissão, esse silêncio, essa covarde e a inadmissível letargia não ocorriam entes de o governo classificar em VERMELHO o risco de infecção nos 22 municípios acreanos.

Proponho uma reflexão se não há revanchismo da Fieac, Fecea e Acisa, Faeac contra o endurecimento das regras que tenta fazer cumprir o protocolo sanitário e evitar que mais pessoas morram.

Sugiro refletirmos, por mais cruel que possa parecer, se não há em curso uma campanha sórdida, criminosa, com intento de desgastar as autoridades e o governo.

Que Deus lhes dê o castigo que merecem : a falência




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