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terça-feira, abril 20, 2021

Editorial: jornalismo do Acre perde credibilidade ao “proibir” Bocalom de visitar a mulher com patologia degenerativa crônica

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Ninguém em sã consciência tem o direito de questionar Bocalom sobre suas viagens, a menos que provem que o prefeito não está trabalhando.

Ninguém terá razão, especialmente quando o prefeito, em finais de semana, feriados, ou durante emergência médica, se dedicar à assistência devida, como pai, marido, avô e tio, aos seus ente queridos.

Banalizam o afeto do prefeito à mulher, Dona Beth, que não teve sequer o privilégio de ver a vitória e posse do marido, acamada há anos, vítima de doença degenerativa patologia neurológica crônica, degenerativa e letal, a correr sério risco de morte, num leito de UTI improvisado na casa da família, numa cidade de Minas Gerais.

Nas redes sociais, ataques sincronizados parecem ter um propósito de gente que adora o mercenarismo e faz da sua conduta suspeita e falta de caráter um modo de ganhar a vida.

Impossível acreditar que um prefeito, há dois meses de tomar posse, tenha adotado uma estratégia vilã.

Longe de advogar em favor de Bocalom.

Mas bom senso é bíblico, independente da ocasião.

Deêm o apoio ao gestor.

Ou, se a sua ideologia política for outra, construa uma crítica construtiva.

Ou simplesmente cale-se !

A ilação, o ataque à honra, a injúria, a difamação são caminhos de quem não possui argumentos sólidos, convincentes.

Então devemos tratar o prefeito da capital como um usurpador? Alguém que se encanta em viajar por viajar, a gastar dinheiro público?

Não!

Que a assessoria jurídica da prefeitura entre em campo. Monitore o índice de maldade – certamente a mando de gente escrota, ignorante e oportunista – , e façam-nos provar suas denúncias.

Imprensa livre é uma coisa.

Imprensa marrom são outros 500.




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