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terça-feira, abril 20, 2021

Ele não tá nem aí: enfermeiro transita nas ruas de Rio Branco e vai ao banco com vestimenta de hospital; VÍDEO

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Um profissional em saúde deixa o banco após fazer uma transação em caixa 24 horas, em Rio Branco (veja no vídeo abaixo).

Por onde mais ele andou usando o jaleco?

Não tem vestiário no hospital?

O Governo do Acre pagou os salários do funcionalismo nesta sexta. Aposentados e demais grupos de risco usam o mesmo terminal que o enfermeiro citado nesta reportagem utilizou.

Noutros estados a chamada Lei do Jaleco institui penalidades ao servidor – multa no valor de R$ 193,72.

A fiscalização da Secretaria de Saúde, logicamente, não acontece no Acre, que não tem lei nesse sentido.

O vestuário age como fonte de contaminação em vez de funcionar como barreira de proteção e segurança.

O assunto é regido pela Norma Regulamentadora NR-32, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Ao contrário do que a maioria da população pensa, o risco de contaminação é mais provável no sentido do hospital para a comunidade, daí a importância de o trabalhador ser mais responsável.

Em tempos de pandemia, mais ainda.

A própria OMS, em seu manual de Biossegurança Laboratorial, recomenda que o uso do EPI seja restrito aos ambientes de trabalho, com a intenção de redução infectocontagiosa de micro-organismos pelo uso do jaleco.

No vídeo abaixo, o internauta cita “Adailton” como a pessoa que deveria receber a gravação – possivelmente o vereador Adaiton Cruz, presidente afastado do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde. O Sintesac não costuma se manifestar em assuntos que envolvam negativamente seus filiados.

Estudos apontam contaminação

O potencial da vestimenta médica como possível veículo de transmissão de micro-organismos foi apontado em pelo menos dois estudos recentes. Um deles foi divulgado pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), campus de Sorocaba, no fim do ano passado.

Das 96 amostras de aventais analisadas, 95,83% apresentavam micro-organismos. Entre eles estava a bactéria staphilococcus aureus, considerada um dos principais agentes de infecção hospitalar. No início deste mês, um outro estudo, feito pela Faculdade Veris, em Campinas, também apontou a contaminação nos aventais. Entre os micro-organismos frequentes estavam: estafilococos coagulase negativa, streptococcus sp, bacillus gram, diplococos gram negativos e bolores.

 

 

 




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