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terça-feira, abril 20, 2021

Empresário rebate acusações dos herdeiros do Grupo Monte Mário: “levianas e antiéticas”

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O empresário Magid Mastub, dono do Posto Amapá e inventariante no espólio do pai, falecido no ano passado, emitiu nota contrapondo a acusação de apropriação indébita, feita pelos irmãos herdeiros do Grupo Monte Mário (fábrica de água mineral em Rio Branco). O empresário avalia como antiético a atitude dos advogados dos herdeiros e “leviana” a postura de alguns irmãos.

Na reportagem veiculada no último dia 1 (veja AQUI), um dos advogados do grupo enfatiza a acusação de que R$ 8 milhões “sumiram” da conta da empresa”, numa acusação direta ao empresário.  Magid esclarece que todas as informações estão sendo tratadas com transparência e também rebate a acusação de que não haveria prestação de contas das receitas e despesas do grupo.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O empresário José Magid Kassem Mastub vem a público esclarecer a verdade acerca das ilações divulgadas nas mídias no dia 01 de março de 2021, do suposto sumiço de bens que compõem o espólio de Kassem Magid Mastub, falecido em junho de 2020.

De logo, imperioso destacar que não é de hoje que alguns dos herdeiros do Sr. Kassem Mastub tentam macular o caráter e a moral do empresário Jose Magid proferindo as mais absurdas acusações sem qualquer lastro probatório.

Ao contrário do que foi alegado por alguns herdeiros, a prestação de contas vem sendo apresentada regularmente no processo. Fato que pode ser comprovado facilmente, haja vista que o processo é público e não se encontra acobertado por segredo de justiça. Desta feita, salta aos olhos a postura reprovável dos advogados dos denunciantes que se prestaram a tamanha vergonha, em clara demonstração de despreparo e falta de postura ética, eis que sequer se deram ao trabalho de analisar, ainda que minimamente, os autos do processo.

Muito embora tenham afirmado que fora postulado em juízo a remoção do empresário da inventariança, importante esclarecer que inexiste no processo qualquer manifestação nesse sentido, o que demonstra que os fatos que foram divulgados pelos herdeiros não condizem com a verdade. As manifestações nos autos se referem aos pedidos de habilitação, apresentação das primeiras declarações, bem como a apresentação da prestação de contas, ressalte-se, voluntariamente ao juízo pelo inventariante, em clara demonstração de eficiência e lealdade processual.

Vale destacar que o empresário, na condição de inventariante, tem por função judicial o dever de administrar o espólio, o que vem sendo realizado com absoluta transparência e lisura, razão pela qual não procede a afirmação de que o mesmo teria se apropriado de valores do de cujus.

Frise-se que todas as informações acerca da movimentação contábil da empresa, bem como a existência de bens e de valores em conta corrente estão presentes no processo e se, até hoje, não foi possível a divisão dos lucros e dividendos da empresa, é porque não houve qualquer decisão judicial autorizando a referida meação e não cabe ao inventariante fazer meação daquilo que somente administra, sob os olhos atentos do juiz.

O escárnio dos envolvidos com a verdade apenas retrata o caráter reprovável de cada um daqueles que lançou sob a moral e honradez do empresário tamanha injúria e difamação falseando, inclusive, que bens particulares do empresário pertenceriam ao acervo a ser dividido entre os herdeiros.

É público e notório que um dos empreendimentos do empresário suscitado na denúncia, o Auto Posto Amapá, foi construindo há mais de 15 anos, com recursos próprios, juntamente com recursos adquiridos através de financiamento junto ao Basa e a Ipiranga – distribuidora de combustível, ocasião em que o genitor do empresário ainda era vivo, o que evidencia a índole desprezível daqueles que publicamente levantaram falso a este respeito.

Sabe-se que o Direito se postula em juízo e não em “manifestos” como o que aconteceu na data de ontem. Se há dúvidas acerca da existência de valores em nome do de cujus, por que até o momento não levaram tal informação ao conhecimento do Juiz? Se querem dividir desde já os lucros da empresa, por que até o momento não postularam em juízo tal pretensão? Se querem ter acesso a prestação de contas por que os herdeiros e seus patronos não leram tudo que consta nos autos? Se existem imóveis que não foram apresentados pelo inventariante, por que até o momento não houve impugnação nestes termos?

A grande verdade é que o ato criminoso de ontem, 01 de março de 2021, realizado pela minoria dos herdeiros, foi voltado fundamentalmente para tentar denegrir a imagem do Empresário por questões de cunho meramente pessoal e familiar, alicerçado por advogados absolutamente despreparados e inábeis o que é absolutamente lamentável.

Convicto de que a verdade prevalecerá e que o caminho traçado até aqui foi pautado na honestidade, de forma alguma será permitido que a respeitabilidade, o caráter e a honra do Empresário Jose Magid Mastub sejam enxovalhados de maneira tão leviana. Esqueceram-se os herdeiros e seus patronos que a tutela jurídica é para todos àqueles que a buscam e que os direitos tutelados do Empresário não serão silenciados e que medidas judiciais estão sendo adotadas.

Nota da redação

O esclarecimento acima foi enviado à redação do acjornal pelo advogado Valdomiro Magalhães, procurador do empresário Magid Mastub, conforme procuração abaixo.




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