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Rio Branco
terça-feira, abril 20, 2021

Com polícia e vigilância sanitária nas ruas, Rio Branco tem sábado mais “triste” e silencioso da história

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Quando o sino da catedral começou a toca eram 18 horas. Neste momento a principal praça de Rio Branco, a da Revolução, estava completamente vazia.

Cena rara, muito rara.

Bancas de revistas e lanchonetes estão fechadas. Os tradicionais carrinhos de pipoca e ambulantes também não estão no local. Grades de ferro foram colocadas ao redor de toda a praça.

O sábado, dia 13 de março, foi o mais silencioso da história de Rio Branco, pelo menos no Centro da Cidade. O único movimento em um dos cartões postais era das equipes da Polícia Civil e da Vigilância Estadual de Saúde. Nos bairros mais afastados, pessoas buscavam comprar cigarro, refrigerante, carne e outros mantimentos. Deram de cara com  portas fechadas e, do lado de dentro dos comércios, ninguém para atender.

“Nunca vi isso. Mas concordo que é preciso mudar o hábito para diminuir essa pandemia. ô doença imunda”, declarou Fátima Herlen Brito, corretora de imóveis. Ao lado, o filho de 12 anos pergunta: “sabe onde acho pilha para meu controle”?

Dos tradicionais churrasquinhos, restaram bancas acorrentadas com alguns pertences em cima.  Não havia cliente, nem disposição dos ambulantes.

As distribuidoras também não arriscaram levar multas. Nem mesmo pela portinha de ferro os comerciantes ousaram despachar.

Foi o sábado mais mórbido da história de Rio Branco.




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