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terça-feira, abril 20, 2021

Tumulto na Zeladoria: comandante da PM nega abuso e diz que manifestantes descumpriram acordo para liberar portão

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O comandante da Polícia Militar, coronel Paulo Cézar, disse em nota, há pouco, que a tropa de choque da PM utilizou “apenas” o spray de pimenta para dispersar manifestantes que bloqueavam o portão de entrada e saída de veículos na Zeladoria do Município de Rio Branco. Esta medida foi necessária, diz ele, por que os manifestantes haviam concordado em liberar o acesso, mas voltaram atrás (ouça o áudio abaixo).

A ação empregada pelos militares gerou revolta popular, com denúncias não comprovadas de que outro tipo de força teria sido usado. Na nota abaixo, o comandante confirma que a tropa de choque foi solicitada pelo Gabinete Militar da Prefeitura de Rio Branco.

Nota Pública

O governo do Estado do Acre presta os seguintes esclarecimentos, sobre a manifestação dos servidores da Prefeitura Municipal de Rio Branco na manhã desta segunda-feira, 15.

A Polícia Militar do Acre foi acionada para intervir na Secretaria Municipal de Zeladoria do Município de Rio Branco, onde ocorria a manifestação de alguns trabalhadores, cuja movimentação estava impedindo a entrada e saída dos demais funcionários do local, bem como dos veículos que realizam o serviço de limpeza na capital.

A ação visou apenas o diálogo e a desobstrução do portão para a entrada e saída de máquinas e funcionários que não aderiram à manifestação. Houve, inicialmente, a sensibilização por parte dos manifestantes, mas, posteriormente, voltaram a fechar o portão de entrada da secretaria.

A Polícia Militar, após solicitação do Gabinete Militar da Prefeitura, empregou a Tropa de Choque para liberação do portão de entrada, procedimento em que foi utilizado apenas o espargidor de pimenta. Em nenhum momento foi empregado qualquer outro meio que pudesse trazer sequelas aos manifestantes.

A intervenção da equipe policial permitiu que os demais trabalhadores e veículos conseguissem entrar e sair do local. Os manifestantes mantiveram seus protestos na via, dispersando-se posteriormente, sem maiores incidentes.

A Polícia Militar reafirma seu compromisso com a defesa de todos os direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição, atuando apenas quando estritamente necessário, para equilibrar direitos quando dois ou mais entram em conflito.

Paulo Cesar Gomes da Silva – Coronel PM
Comandante-Geral da Polícia Militar do Acre




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