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quarta-feira, abril 14, 2021

Garis sem salários: terceirizada foge da judicialização, aceita o que foi apurado em sindicância e não tem mais desculpa para não pagar trabalhadores

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O prefeito Tião Bocalom (PP) autorizou o pagamento de R$ 205 mil à JWS, terceirizada que pertence ao empresário Jebert Nascimento, referente a serviços prestados no mês de fevereiro.  A empresa cobrava R$ 400 mil  – valor que uma força tarefa composta por procuradores do município não reconhece como justos.

Agora, a empresa tem a obrigação de quitar os dois meses de salários atrasados dos garis e margaridas. Os trabalhadores fizeram uma série de manifestos à porta da Zeladoria do município, o que gerou, nesta segunda-feira, uma confusão generalizada com direito a tropa de choque da PM para dispersar os manifestantes.

A investigação interna apurou que os R$ 205 são os valores fiéis ao trabalho de limpeza da cidade, aferido através de metro quadrado executado em apenas um mês.

A análise nas planilhas continua. Assessorias técnicas do município reuniram com os empresários e expuseram os números.

Bocalom ameaçou pedir ordem judicial, com base nas provas existentes, para que as empresas aceitem os recursos referentes às medições realizadas.

O prefeito deixou claro que não pagará nenhum centavo além das medições.

O diretor de gestão Marcos Vitorino informou que não havia fiscalização capaz de identificar a diferença de valores até dezembro do ano passado.

A terceirizada aceitou o pagamento e evitou que o caso fosse levado à justiça.




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