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segunda-feira, junho 21, 2021

A omissão do MP e o consórcio do mal, que reúne deputado, empresários da Comunicação e suposta rachadinha para financiar ataques ao governo

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Nada é mais grave que a omissão e o silêncio de instituições públicas cuja obrigação é fiscalizar e investigar. Como perguntar não ofende, questiono:

Cadê você, Ministério Público?

Essa letargia incomoda cidadãos e famílias de bem.

Faz o acreano suspeitar se não há algo sombrio, obscuro, na relação entre a corte ministerial e o suposto “consórcio” do mal obstinado a desestabilizar as medidas mais sérias, corretas, contra essa maldita pandemia.

A troco de quê a politicagem se sobrepõe, impunemente, à entrega das autoridades para salvar vidas?

O MP, que encampa uma das correntes mais bem sucedidas para ajudar os acreanos, a SOS Acre, não deveria proteger o Estado?

O preâmbulo acima é para lembrar promotores e procuradores da existência de uma possível rachadinha no gabinete da deputada federal Mara Rocha e na Vice-Governadoria do Acre. Dinheiro público a financiar ataques contra a honra do governador, num atentado sórdido e traiçoeiro contra a ordem e o bem estar de nossas famílias que sofrem perdas irreparáveis e convivem com a morte a lhes rondar 24 horas.

Lembre-se, senhores do Parquet, que temos uma confissão amplamente viralizada na voz de um assessor do vice-governador – que reproduzo abaixo.

Uma simples quebra do sigilo telefônico poderia esclarecer muito, não acham?

Some-se a isso a insana predisposição do deputado Roberto Duarte Júnior em alimentar investidas claramente politiqueiras, numa atitude covarde, parcial, travestida de “independência”, quando sabe-se que o político em questão, embora parte do grupo aliado, não é o melhor exemplo de honestidade. Ainda depõe contra o próprio MP o pedido deste site, recheado de fartas provas, para que se apure a contratação de fantasmas e o uso indevido de assessores no gabinete do deputado, inclusive para a prática criminosa de advocacia administrativa.

É de se enfatizar, ainda, a postura do empresário Marcello Moura, concunhado de Roberto Duarte e réu em ações por desvio de patrimônio familiar, a fazer gestões nada republicana junto ao Estado a fim de receber valores não reconhecidos pela Fazenda Pública – exercendo postura de chantagem subliminar quando põe todo o seu aparato de Comunicação (TV Gazeta) a serviço de ilações, desonras, injúrias e denúncias fantasiosas.

Parece cômodo o MP não ter quem fiscalize seus próprios métodos – como a contratação de parentes de empresários da mídia, inclusive do meio de comunicação cujo sócio é o próprio vice-governador, em troca de publicidade disfarçada de “jornalismo” – uma prática vedada pelas normas da instituição.

O que se espera é isenção, atitude, e que as questões levantadas acima possam mover  membros do judiciário que possuem a mínimo compromisso com a verdade e o comprimento das lei.

 

 

 




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