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segunda-feira, junho 14, 2021

Juíza nega liminar a fisioterapeuta denunciado pelo acjornal por usar “pijama cirúrgico” em banco 24 horas

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A juíza Lilian Deise Paiva negou liminar pretendida por um profissional em saúde denunciado por usar vestimenta exclusiva de hospital numa ida ao caixa eletrônico. O acjornal publicou a imagem do rapaz saindo de uma terminal 24 horas do Banco do Brasil, no dia 27 de fevereiro desse ano.

Luiz Victor Brito pediu em juízo a exclusão da reportagem e retratação pública em razão de suposto uso indevido de imagem. A magistrada entendeu que a liminar é descabida.

“A imagem, como todo direito constitucional, não é um direito absoluto”, escreveu a juíza. “Não me convenço do direito alegado pelo reclamante”, completou.

O mérito da questão ainda será julgado.

Numa rede social, amigos de Victor o defenderam, dizendo que o rapaz, na verdade, é cuidador de idosos. Ele próprio, na petição, se apresenta como fisioterapeuta que atende pacientes em domicílio a partir de agendamentos via Instagram. Segundo ele aquela vestimenta seria “um pijama”.

A reportagem se preocupou em alertar a sociedade sobre o risco de um uniforme de uso exclusivo em unidades hospitalares poder hospedar bactérias e vírus, fazendo transmissões comunitárias de doenças graves quando usado em ambientes externos de grande circulação de pessoas. No Acre não há lei proibitiva, porém as entidades de classe – conselhos médicos e de enfermagem, por exemplo -, fazem alertas constantes sobre o perigo.

 




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