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segunda-feira, junho 14, 2021

No Ministério da Justiça, Gladson Cameli pede reforço pela segurança na fronteira com Rondônia e Amazonas

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Em agenda em Brasília nesta quarta-feira, 12, o governador Gladson Cameli se reuniu com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, para solicitar um reforço nas ações de segurança pública no Acre, principalmente na região de fronteira com os estados de Rondônia e Amazonas, a fim de combater o tráfico de drogas e outros crimes transfronteiriços.

“O Acre tem mais de dois mil quilômetros de fronteira aberta. É a porta de entrada do país para o narcotráfico e precisa de apoio, de um olhar diferenciado, para que possamos enfrentar os problemas de segurança no estado”, destacou o governador ao ministro, aproveitando para solicitar a liberação de recursos para a área e lembrando da necessidade de tecnologias adequadas para as ações do Estado.

Gladson Cameli estava acompanhado do secretário de Justiça e Segurança Pública do Acre, Paulo César dos Santos, que destacou necessidades específicas como recursos para aquisição de armamento para as polícias locais. Os pedidos foram reforçados pelo senador Márcio Bittar, que reiterou os problemas de segurança enfrentados na região, explicando tratar-se de problema social que precisa de apoio federal para ser enfrentado.

O ministro da Justiça afirmou ao governador do Acre que se empenhará pessoalmente para ajudar o estado, especialmente no combate ao narcotráfico na região de fronteira com Rondônia e Amazonas.

“Enfrentar esse problema é prioritário para o governo federal e vou entrar firme nisso. Não vamos descansar um minuto enquanto não for resolvido”, afirmou Anderson Torres. Ele ainda reforçou que a Polícia Federal atuará fortemente no trabalho, principalmente no setor de inteligência.

Acompanharam a visita com o governador, o representante do Acre em Brasília, Ricardo França, o deputado estadual Roberto Duarte, o senador Marcio Bittar, o secretário de Justiça e Segurança Pública Paulo Cézar dos Santos, o presidente do Deracre Petrônio Antunes e o procurador-geral do Estado João Paulo Setti.




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