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segunda-feira, junho 14, 2021

Último telefonema pode elucidar execução do ex-prefeito Gedeon Barros; polícia busca imagens e suspeita de dívidas

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A polícia civil busca as imagens das câmeras de segurança na saída Rio Branco rumo a Porto Velho, na BR364, para descobrir se os matadores do ex-prefeito de Plácido de Castro, Gdedeon Barros,  seguiram o veículo da vítima até a hora da execução.

Os investigadores querem entender a dinâmica usada pelos assassinos do ex-prefeito, morto na quinta-feira da semana passada.
Segundo a investigação, Gedeon veio de Plácido de Castro e rodou em Rio Branco por 7 quilômetros na BR364 até uma empresa de pneus. Quando voltava, parou o carro em uma área de estacionamento na corrente em frente ao Batalhão de Polícia de Trânsito. Enquanto falava ao telefone dois homens em uma moto pararam do lado. O garupa sacou a arma e atirou duas vezes. Uma bala atingiu a cabeça do ex-prefeito que morreu na hora.

A polícia já ouviu o homem que estava de carona com Gedeon, o motorista Daniel Francisco Rocha, um irmão dele e a esposa da vítima. Mas a maior fonte de provas para encontrar os assassinos e provável mandante do crime. Os investigadores querem saber quem falou por último com Gedeon. A ligação pode ter relação com o assassinato.
Esse homem que estava com o ex-prefeito no carro disse que não viu os autores do crime e não tinha ideia do motivo.

A polícia civil não fala sobre o assunto. O delegado Marcos Cabral, responsável pelo inquérito, disse a algumas pessoas da família que as informações repassadas podem ajudar a polícia a montar um esquema de investigação.

Como o caso é de execução, a polícia quer saber se existia alguma dívida do ex-prefeito como gastos de campanha, empréstimos ou a compra de algum bem.

Havia a informação de que Gedeon vinha sofrendo ameaças, mas, na polícia, ele não registrou nenhuma ocorrência.

Foi descartado também que o ex-prefeito procurou a polícia federal para apresentar denúncias contra políticos de Plácido de Castro.

 




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