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quarta-feira, junho 16, 2021

“Gladson Cameli se firma como líder num geração política cheia de maus exemplos”.

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O governador Gladson Cameli tem um hábito que herdou do tios, Orleir e  Chiquinho, do pai, Eládio, e do avô Marmud Cameli: aproveitar a tranquilidade do sábado, do domingo ou feriado e, muitas vezes, a noite, para visitar a população e conhecer de perto suas necessidades.

Foi essa permanente presença na vida da comunidade de maneira discreta e sempre ouvindo e atendendo as demandas dos mais necessitados que a família Cameli se notabilizou no Juruá, em Tarauacá, Feijó e Sena Madureira, além da região do Vale do Acre.

Gladson sempre acompanhou o tio Orleir nessas conversas com o povo desde os tempos de sua gestão na prefeitura de Cruzeiro do Sul e segue com o mesmo hábito.

É visitando bairros, escolas, casas e instituições, sem agenda prévia, sem holofotes e sem a estrutura do governo chegando antes, que Gladson dialoga com o cidadão e faz a diferença na gestão pública.

Podemos ver isso nas inúmeras vezes que ele, contrariando seus assessores, sai do gabinete no Palácio e vai ouvir de perto manifestantes como os professores, policiais, operadores da saúde e o grupo dos cadastros de reserva de concurso público.

Neste sábado, 5 de junho, não foi diferente. Gladson chegou de viagem, foi em casa, colocou uma camiseta, bermuda e sandália, e, dirigindo o próprio carro, hábito que aprendeu com os tios e o pai, saiu pelos bairros.

Na Nova Estação, ouviu famílias, conversou com jovens e até trocou de lugar com um garoto em sua caminhonete.

“Parece pouco, mas não é.

“É visível a alegria do garoto no volante do carro do governador enquanto ele de fora o ouve. É o tipo de relacionamento que jamais será esquecido. Cameli sabe como estar perto e como ouvir o povo, o que o firma como um líder nessa geração política cheia de maus exemplos”, destaca um sociólogo ouvido pelo ACJornal.




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